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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Família maringaense realiza chá de bebê para égua prenha

Prenha pela primeira vez, a égua Estrela, que é considerada membro de uma família maringaense, ganhou um chá de bebê. Ou seria chá de “filhote”? A confraternização foi completa, com direito a decoração, flores e book fotográfico, além de presentes, como feno, ração e sal mineral. O evento aconteceu no último domingo, 14, em Paiçandu.​ Estrela tem aproximadamente dez anos de idade, mas está com a família maringaense há cerca de sete anos. Ela é uma mistura entre as raças Mangalarga e Quarto de Milha e cruzou com um cavalo garanhão Mangalarga – que pertence a um amigo da família. Se o filhote for macho, se chamará Jack, mas se for fêmea, será Dama. A ideia de realizar um chá de bebê para a égua foi da Letícia Gonçalves, de 16 anos, como explica o pai dela, Jairo Bécio da Silva, autônomo. “Minha filha, que é ‘cavaleira’ e gosta demais da Estrela, viu algo sobre isso na internet, me mostrou e eu falei: vamos fazer. No início era uma piada, mas depois eu ‘comprei a briga’. Minha esposa, Patrícia, comprou tecido rosa e azul – porque ainda não sabemos o sexo -, pegamos flores naturais, arranjamos um lugar e contratamos um fotógrafo”, relatou em entrevista ao GMC Online. Cerca de 20 pessoas, entre familiares e amigos, participaram da celebração, além do pai do filhote, é claro. Inicialmente, a ideia era fazer uma “super” festa, mas não foi possível devido à pandemia. “Gostaríamos de fazer algo maior e mais profissional, com vários cavalos em volta, como se fossem convidados. Mas desistimos por causa da pandemia. E, além disso, ela deve ganhar logo, ficamos com medo de perder a oportunidade”, relatou Jairo. A expectativa da família é que o filhote nasça no dia do aniversário da Letícia: 1º de março. “Geralmente, o animal ganha depois da virada de lua. E teremos a virada de lua no fim do mês, então é possível que nasça no dia do aniversário da Letícia. Ela está torcendo muito para que isso aconteça”, disse o maringaense, que reforçou, ainda, que “Estrela” tem valor imensurável para a família. “Ela é dócil, tem uma mansidão rara. Até meu neto de três anos anda nela, não tem perigo de dar coice. Todos querem comprar ela, mas não vendemos, ela é muito especial”, finaliza. (GM ONLINE).

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