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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Ação social monitora indígenas; são quase 100 em Apucarana

Já vai tempo que Apucarana tenta equalizar ações de proteção e convivência social com grupos de indígenas espalhados pela cidade. A pandemia os manteve em suas comunidades alguns meses em 2020, mas desde o final do ano passado, eles estão de volta. A Secretaria Municipal de Assistência Social tem monitorado cerca de uma centena deles e identificou que há várias famílias que vieram de Ortigueira, Tamarana e Grandes Rios “Alguns estão convivendo em barracas numa mesma área que os ciganos, outros estão na região do Parque Japira”, diz a secretária da pasta, Ana Paula Nazarko. A localidade que fica no Jardim América foi inclusive doada para a Fundação Nacional do Índio (Funai) e é onde ficam os maiores agrupamentos durante períodos de passagem pela cidade. “Eu estive pessoalmente com a equipe no local e os avisamos que como estão na cidade, devem seguir as mesmas regras que seguimos, como por exemplo ‘as crianças não podem pedir esmolas – se forem pedir devem ser os adultos -’, ou mesmo andar descalços”, explica. Contudo, basta circular pela cidade para observar crianças indígenas em meio aos carros pedindo dinheiro. Para a Assistência Social, a pandemia estendeu a permanência dos indígenas nas ruas e os riscos que correm tem mantido as equipes em alerta. “Às vezes eles não se entendem entre os grupos, falam pouco sobre os problemas e dificultam a abordagem social. Mas acompanhamos as famílias com a doação de cestas básicas e máscaras”, pontua. Vejam mais detalhes no portal TN, CLIQUE AQUI.

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