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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

APUCARANA - Prefeitura aumenta número de botão do pânico

A Prefeitura de Apucarana, por meio da Secretaria da Mulher e Assuntos da Família, está ampliando o número dos dispositivos de segurança conhecidos como “botão do pânico”, a fim de oferecer ainda mais às mulheres de Apucarana em situação de violência doméstica uma medida efetiva para pedir socorro em uma situação de emergência. “O poder público municipal dá grande importância à mulher, prova disso é que somos das poucas cidades do Estado e do País a dispor de uma secretaria exclusiva para tratar dela. Por isso, somos preocupados em trazer todos os mecanismos e ferramentas que o poder público municipal possa dispor para ajudar a mulher a superar a situação de violência doméstica que ela enfrenta”, explica a secretária da Mulher Denise Canesin. Em Apucarana, a Secretaria da Mulher e o Centro de Atendimento à Mulher (CAM) são parte de uma macrorrede de atendimento à violência doméstica, integrada ainda pelas polícias militar e civil (Delegacia da Mulher), Fórum (varas criminais), Ministério Público e Guarda Municipal, com a Patrulha Maria da Penha. “Nenhuma mulher de Apucarana fica sem atendimento quando enfrenta uma situação de violência doméstica, essa é a determinação do Prefeito, que dá todo apoio ao nosso trabalho”, afirma a secretária.O prefeito Junior da Femac informa que decidiu ampliar a oferta deste dispositivo, como forma de contribuir ainda mais para a redução da violência contra a mulher em Apucarana. “Estamos sempre atentos a esta situação e não iremos abandonar nenhuma mulher que é vítima de violência doméstica à própria sorte”, anuncia Junior da Femac. Ele destaca ainda a participação direta do Juiz da Vara Criminal, Dr. Osvaldo Soares Neto, na condução deste processo, ao lado da Secretaria da Mulher e da Família e da Delegacia da Mulher. Funcionamento - O botão do pânico é dado à mulher depois que ela tem medidas protetivas contra o agressor concedidas pela justiça – e apenas os casos mais graves, em que a mulher está sob risco de morte. Uma vez que ela tenha direito ao dispositivo de segurança, ela passa a andar com ele 24 horas. Se o agressor tentar se aproximar ela aciona o botão, que começa imediatamente a gravar tudo que ocorre ao redor – essa gravação poderá servir como prova contra o agressor. “A partir do momento que o botão do pânico é entregue à mulher, tudo passa a ser rastreado”, conta Denise.Para a Delegada da Mulher de Apucarana Sandra Nepomuceno, o botão do pânico é o instrumento mais eficaz e ágil no combate a situações graves de violência doméstica. “É uma ferramenta que pode salvar a vida da mulher. Muitas vezes o agressor já tirou o celular dela, e não é possível ligar 190, da Polícia Militar. O botão do pânico é o elemento surpresa, o agressor não sabe que ele está lá nem que a mulher está chamando a polícia, que em poucos minutos está no local. Além disso, com o botão a mulher não tem que falar nada, passar por triagem do atendimento da polícia”, diz.


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