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terça-feira, 25 de agosto de 2020

Paraná tem 191 casos de dengue confirmados

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta terça-feira (25) o novo informe epidemiológico da dengue com 112 novos casos confirmados da doença no Paraná, nas últimas duas semanas. O Estado soma agora 191 diagnósticos positivos.

O novo período sazonal da dengue no Estado começou no final do mês passado e deve seguir até o final de julho de 2021. Neste ciclo o Paraná realizou 1.112 notificações, e 191 confirmações, sendo 109 autóctones – quando a doença é contraída dentro do município de residência do infectado –, 709 casos estão em investigação.

“No último ciclo tivemos a maior epidemia de dengue já registrada no Estado. Esperamos que este número seja cada vez menor, mas para isso precisamos da colaboração da população em acatar todas as recomendações da Sesa em conjunto com o Governo do Estado. Se cada um fizer sua parte, podemos evitar que essa doença se espalhe novamente por todo o Paraná”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Segundo ele, é preciso reforçar que a dengue pode levar a morte em casos mais severos. “Entre 2019 e 2020, 177 pessoas morreram em decorrência desta doença no Paraná. Não podemos esquecer que dengue mata e que a única forma de combater esta doença é eliminando os criadouros do mosquito”, acrescentou o secretário.

DADOS – 142 municípios já registraram notificações da doença no Estado e 50 confirmaram o diagnóstico. A 9ª Regional de Saúde de Foz do Iguaçu é a que concentra o maior número de confirmações até o momento, com 57 casos.

Neste informe os municípios com maior número de casos confirmados por semana são: Foz do Iguaçu, Rolândia, Roncador, Maringá, Assis Chateaubriand, Umuarama, Moreira Sales e São Miguel do Iguaçu.

“Com a chegada de dias chuvosos nas regiões mais quentes do Estado, aumenta a possibilidade de criadouros do mosquito. Embora a proliferação da doença seja maior no calor, não devemos nos descuidar no inverno, precisamos nos manter alertas e evitar a transmissão”, explicou Beto Preto.


Sesa

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