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segunda-feira, 4 de maio de 2020

Homem usa capuz da Ku Klux Klan em mercado que exige máscara nos EUA


Um homem vestiu um capuz da Ku Klux Klan para fazer compras em um mercado que exige a máscara contra o coronavírus nos Estados Unidos. O caso aconteceu no último sábado (2), e gerou repercussão por se tratar do grupo que defende a supremacia branca, ou seja, o racismo.
Conforme o Huffington Post, vendedores e clientes do mercado confrontaram o homem que vestiu o capuz em uma espécie de provocação em relação ao uso das máscaras contra o coronavírus. Eles pediram para que o capuz da Ku Klux Klan fosse retirado. Contudo, o homem só fez isso antes de finalizar suas compras e sair do mercado.

“Eu estava incrédula. Ele estava atrás de mim na fila. Um homem em cadeira de rodas passou e o saudou e ele riu. Tirei a foto porque não podia acreditar no que estava testemunhando”, disse uma cliente que presenciou a cena.

Já o prefeito de Santee, cidade do condado de San Diego, lamentou a atitude do homem que vestiu o capuz da Ku Klux Klan.

“Santee, seus líderes e eu não vamos tolerar esse comportamento. Muito obrigado a todos que se mobilizaram para evitar esse triste lembrete de intolerância”, disse Jonh Minto.

Apesar da repercussão e tentativas das redes sociais, o homem não foi identificado. Além disso, o Huffington Post afirma que os atos contra negros e judeus se entrelaçaram com protestos contra as medidas de segurança do coronavírus.

Segundo o monitoramento da Universidade Johns Hopkins, os Estados Unidos chegaram ontem (3) à marca de 1,1 milhão de casos confirmados e mais de 67 mil mortos por coronavírus.



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