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domingo, 22 de março de 2020

ARTIGO - "O dia em que a terra parou" estaria previsto para 2020?

Sempre ouvi dos mais velhos, sobre tudo nossos queridos avós, pais, amigos, enfim, muitos daqueles que já nos deixaram, que haveria num futuro próximo tempos difíceis para a humanidade em termos de sofrimento, o que chamavam de “fim dos tempos”, e que possivelmente alcançaria a gente, e chegou; essa geração está hoje vivenciando com os efeitos do “novo corona vírus”, muito das profecias, inclusive podendo conferir a respeito inúmeras passagens Bíblica de alerta. Mas em meio a tudo isso, quando vi a divulgação dessa canção do Raul Seixas com o título “O dia em que a Terra parou”, me chamou tanto a atenção, que resolvi fazer algumas comparações com o momento em que vivemos, e analisando um pouco melhor a letra em si dos compositores e verdadeiros poetas, Cláudio Roberto Andrade de Azevedo e Raul Seixas, qual não foi minha surpresa ao notar que mesmo tendo sido escrita em 1977, ela remete em seu bojo ao ano de 2020. Na verdade, com esse título existe um filme americano de 1951, do gênero ficção científica, dirigido por Robert Wise, mas coincidência ou não vejamos: A letra relata em seu primeiro parágrafo a interpretação do cantor por duas vezes a frase: “Com o dia em que a Terra parou” e só, seria então: 2, como cessou podemos representar por: 0 (zero), formando então 20; Durante a interpretação da música nota-se por vinte vezes a frase: “No dia em que a Terra parou”, e o que é mais curioso, a frase do título: “O dia em que a Terra parou” tem vinte letras, seria então 20; Donde se conclui a formação do número vinte por duas vezes: 20 e 20, ou seja, o ano de 2020 que estamos. Muito embora não sendo dedicado à numerologia, deixo essa curiosidade talvez para que junto a tantas outras razões, seja refletido com carinho, o futuro sabemos a Deus (Grande Arquiteto do Universo) pertence, e na condição de andantes por esse universo misterioso, desconhecemos muito daquilo que aí está; talvez só mesmo uma parada como essa na vida da gente torna possível refletir um pouco mais sobre aquilo que muitas vezes não valorizamos no dia a dia como deveríamos fazer como seres humanos, cada um na sua crença, mas em busca da paz interior ainda aqui e também na eternidade. (texto: João Pedro Taborda). Vejam o texto completo, CLIQUE AQUI.

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