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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Mortes por dengue crescem 85% em uma semana no Paraná

O número de mortes por dengue cresceu 85% em uma semana no Paraná, aponta o boletim da Sesa (Secretaria de Saúde do Paraná) divulgado hoje (11). São seis novos óbitos registrados desde a semana passada, quando o último boletim havia sido divulgado no dia 4 de fevereiro. Ao todo, são 20.563 casos confirmados, 5.866 a mais que na última semana, e 3.446 casos em investigação. O número de notificações também subiu: foi de 49.464 para  64.825 em uma semana, registrando aumento de 31%.
62 cidades do Paraná estão em risco de epidemia. Em relação ao boletim da semana passada, 12 cidades entraram na lista: Nova Aurora; Engenheiro Beltrão; Cruzeiro do Oeste; Cianorte; Loanda; Nova Aliança do Ivaí; Nova Londrina; Querência do Norte; Flórida; Santa Inês; Tupãssi e Jardim Alegre. Além disso, de acordo com a Sesa, a média de casos autóctones (aqueles registrados dentro do estado) é de 149 casos autóctones a cada 100 mil habitantes no Paraná. Por enquanto o estado é de alerta já que a classificação de epidemia requer 300 casos da doença por 100 mil habitantes.

MORTES POR DENGUE NO PARANÁ
As 13 mortes por dengue no Paraná aconteceram em 11 cidades diferentes. Nova Cantu, na região centro-oeste do estado, concentra três mortes.

Já Maringá, Colorado, Itaguajé, Florestópolis, Peabiru, Rondon, Paiçandu, Sertaneja, Ivatuba e Jesuítas têm uma morte cada.

SINTOMAS DA DENGUE
A dengue pode se apresentar na forma clássica ou na forma grave, que exige cuidados em leitos de observação ou até internação.

Os sintomas clássicos da doença são:

Febre alta com início súbito;
Dor de cabeça;
Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento deles;
Perda de paladar e apetite;
Náuseas e vômitos;
Tonturas;
Extremo cansaço;
Manchas e erupções avermelhadas na pele semelhantes ao sarampo ou rubéola, principalmente no tórax e membros superiores;
Moleza e dor no corpo;
Dores nos ossos e articulações;
Entre os sinais de alerta, é bom ficar atento a:

Dores abdominais fortes e contínuas;
Vômitos persistentes;
Pele pálida, fria e úmida;
Sangramento pelo nariz, boca e gengivas;
Sonolência, agitação e confusão mental (principalmente em crianças);
Sede excessiva e boca seca;
Pulso rápido e fraco;
Dificuldade respiratória;
Perda de consciência.


Fonte: Paraná Portal

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