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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Jovens trocam o carnaval por acampamento em busca de encontro com Deus

O encontro denominado "Acampamento Joam" reuniu centenas de jovens durante o final de semana de carnaval em Borrazópolis
Mais de 100 jovens de diversas idades, participaram neste final de semana de carnaval do Acampamento JOAM em Borrazópolis. O encontro envolveu direto e indiretamente mais de quinhentas pessoas entre campistas, equipes de trabalho e familiares, o que demonstra a força do movimento. A origem do acampamento é estadunidense. Lá a ideia era criar uma dinâmica de entreajuda, conforme explica o pároco Padre Paulo. “Depois, no México, houve a conotação religiosa. No Brasil, quem trouxe os acampamentos foi um cantor católico chamado Martin Valverde”, explica. Em Borrazópolis o trabalho é coordenado pela CCJM (Comunidade Católica jesus Misericiordioso) e ocorre em um sitio na região do bairro Laranja Doce onde são feitos os acampamentos e, ano após ano, a metodologia é adequada para acolher as pessoas da melhor maneira. Há, inclusive, segmentações: crianças, adolescentes, jovens, casais, idosos e assim por diante. 

Ministério - Quem já foi convidado para fazer um acampamento certamente se perguntou sobre o que acontece lá. As informações parecem ser um mistério, mas na realidade, servem para garantir uma experiência completa aos participantes. “Tudo o que você vê, ouve e fala ca lá”, explica um dos campistas. “Existe o momento de oração, teatro, palestras e outras atividades, mas não tem mistério. Nossa preocupação é fazer com que a pessoa sinta realmente a nova experiência, porque recebemos pessoas machucadas, fragilizadas, que precisam de cuidado”, menciona o padre. Família - A maioria dos campistas é membro da paróquia ou conhecido/parente de alguém quem faz parte da comunidade. Outros, porém, vêm de cidades da região. Existe dentro da logística do acampamento um ministério, ou grupo de trabalho, denominado “Externa”. Este grupo é responsável por fazer a ponte com a família do campista, que também precisa estar integrada ao processo. Eles participam de uma missa e há um momento especíco voltado para eles. Às vezes o próprio campista vive problemas familiares, e por isso é importante, segundo os organizadores, trabalhar também nesta frente. 
“Às vezes a gente se depara com situações que são graves, as condições que a família vive, drogas, brigas, situações realmente bem difíceis. [Por isso] é feito um encontro com a família. Porque o campista e chega em casa com os sentimentos intensos e às vezes recebe o um balde de água fria, então o papel da família é fundamental”. MISSA - A missa de encerramento ocorreu na noite desta terça-feira 25 de fevereiro de 2020, na Igreja Matriz Imaculada Conceição, celbrada pelos padres Pauloe Sebastião.(Colaborou: O bem Dito com Wellyngton Jhonis).

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