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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

INFORME - Saúde alerta sobre circulação do vírus da febre amarela

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou, nesta terça-feira, o boletim epidemiológico da febre amarela. O levantamento confirmou 53 mortes de macacos contaminados pelo vírus da doença, casos estes chamados epizootias. São cinco mortes a mais que a semana anterior, que totalizava 48, desde o período de monitoramento, de julho de 2019, até o início desta semana. O quadro das epizootias por febre amarela no Estado está distribuído desta forma: Castro, com 12 casos;  Ponta Grossa, 8; São João do Triunfo, 5; Lapa, 5; Ipiranga, 2; Piraí do Sul, 2; Teixeira Soares, 2; Antonio Olinto, 2;  Sapopema, 2;  Cândido de Abreu, 2;  e Araucária, Balsa Nova,  Mandirituba,  Piên,  Quatro Barras,  Rio Negro, Palmeira, Imbituva, Mallet, São Mateus do Sul e Prudentópolis com um caso por município. Neste período de monitoramento o Paraná não apresenta casos humanos confirmados. Foram 79 notificações: 60 descartadas e 19 em investigação. O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, lembrou que o macaco não transmite febre amarela, sendo um sinalizador da doença.  O quadro das epizootias por febre amarela no Estado está distribuído por 21 cidades ao todo. Neste período de monitoramento o Paraná não apresenta casos humanos confirmados. Foram 79 notificações: 60 descartadas e 19 em investigação. Segundo o secretário da Saúde, verão é o período de maior ocorrência de doenças transmitidas por mosquitos, como a febre amarela. Mesmo sem casos humanos ele ressalta a necessidade de se receber a dose da vacina contra a febre amarela, que está disponível em toda a rede de saúde. O público-alvo para vacinação é dos nove meses de vida até 59 anos. Desde 2018, todos os municípios do Estado passaram a ser área com recomendação vacinal contra a febre amarela. A partir de janeiro deste ano, o Ministério da Saúde recomenda reforço vacinal para as crianças aos quatro anos de idade.

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