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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Em Maringá, uma morte por dengue é confirmada e outra será investigada

A Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) confirmou oficialmente nesta terça-feira, 11, a primeira morte por dengue em Maringá neste ano. Trata-se de Aparecida Fátima Bugada de 58 anos que morreu no dia 21 de janeiro. A paciente estava internada no Hospital Universitário de Maringá e morreu após complicações da doença. Aparecida era moradora de Maringá. O novo boletim divulgado hoje, mostra que a cidade soma exatamente 1.000 casos da doença. No Paraná, são 20.563 confirmações de dengue e 13 óbitos.

Nova morte 

No entanto, o caso de mortes deve aumentar nos próximos boletins. Foi sepultado nesta segunda-feira, 10 em Ivatuba, o corpo do morador de Maringá José Dirceu Pelisson, de 65 anos. Ele era morador do Jardim Alvorada e segundo a família, teria contraído a doença há 15 dias. Os médicos relataram que os primeiros exames feitos em Pelisson indica que ele morreu com dengue, mas a confirmação ou não da doença como causa da morte vai ocorrer nos próximos dias. A prefeitura de Maringá informou que tem monitorado os casos suspeitos. Produto em teste em Maringá A Sesa promove até esta quarta-feira, 12, em Maringá, uma capacitação sobre o uso do novo inseticida de combate à dengue para os profissionais das Regionais de Saúde e municípios.
O novo produto, o cielo, será enviado pelo Ministério da Saúde e deve chegar ao Estado em março. O evento será com as 22 Regionais de Saúde em duas turmas e tem por objetivo repassar o conteúdo técnico disponibilizado pelo Ministério da Saúde, com orientações e esclarecimentos sobre o manejo do produto. O novo inseticida é composto por imidacloprido (neonicotinóide) e praletrina (piretróide). Os princípios ativos são diferentes do malathion pois vem pronto para uso em Ultra Baixo Volume (UBV) que é popularmente conhecido como “fumacê”.
De acordo com a Resolução Sesa nº 459/2014, os municípios que quiserem solicitar a utilização de UBV pesado devem protocolar um pedido documentado à Regional de Saúde de sua abrangência que após análise repassará para a Sesa.

Fonte: Leonardo Filho - O dia na Cidade

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