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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Em 2020, Vale do Ivaí terá no mínimo sete novos prefeitos


As eleições municipais marcadas para dia 4 de outubro deste ano, quando serão eleitos prefeitos, vices e vereadores, já mobilizam partidos políticos, bem como aqueles que estão no poder atualmente - e querem se manter - e também os que estão fora do poder e pretendem entrar na disputa por algum cargo. Esta mobilização está acontecendo em todas as 26 cidades que integram a Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi). Atuais prefeitos e vereadores que tencionam buscar a reeleição estão visivelmente numa pré-campanha tentando garantir a simpatia e o voto do eleitorado. Neste contexto também estão ocorrendo as trocas partidárias e novas filiações de lideranças num determinado partido e outro, com cada qual procurando migrar para o partido mais adequado para a disputa. No âmbito dos 26 municípios que compõem a Amuvi, 20 prefeitos estão em primeiro mandato e têm direito de disputar a reeleição. Outros 6 já estão no cargo por duas vezes consecutivas e, desta forma, não poderão disputar o pleito, conforme determinam as regras eleitorais.



Já estão no segundo mandato os prefeitos Adilson Luchetti (PSB), o Didi, de Borrazópolis; Antônio Cláudio Santiago (PP), o Toninho Santiago, de Grandes Rios; Benedito José Púpio (PSC), o Ditão Púpio, de Jandaia do Sul; Washington Luiz da Silva (PSD), de Kaloré; Gerôncio Carneiro Rosa (PTB), de Rio Branco do Ivaí; e Fábio Hidek Miura (PSC), de São João do Ivaí.
Como esses seis não podem concorrer à reeleição terão que abrir espaço para novos concorrentes, o que já significa uma renovação em seis prefeituras.
Dos atuais prefeitos de primeiro mandato, pelo menos um deles já garantiu que não vai concorrer à reeleição. Trata-se de Ene Benedito Gonçalves (PDT), de Rio Bom. Desta forma, a renovação de prefeitos no Vale do Ivaí já chegará a sete municípios.
A maioria dos atuais detentores do poder pretende disputar a reeleição e há aqueles que ainda não se manifestaram publicamente sobre o assunto ou ainda estão indecisos. Se mais algum desses prefeitos de primeiro mandato não concorrer ou alguns dos que irão para a disputa não conseguirem a reeleição, a renovação política nos municípios do Vale do Ivaí pode ser ainda maior.



INDEFINIÇÃO



O prefeito de Ivaiporã, Miguel Roberto do Amaral (PSL), por exemplo, é pré-candidato natural do partido, porém ainda não decidiu se vai concorrer à reeleição. Segundo ele, este é um assunto que deve ser discutido lá na frente. “A política tem seu momento certo e, na minha opinião, o momento atual é de trabalho. Além disso, não é uma decisão só minha, é do grupo político que nos ajuda a conduzir a administração municipal”, pondera Miguel Amaral.

O prefeito de Rio Bom, Ene Benedito Gonçalves, que também está em primeiro mandato, garante que não vai buscar a reeleição. “Eu sou contra a reeleição de prefeito. Eu sou a favor que se dê oportunidade para uma outra pessoa administrar o município”, afirma Ene Gonçalves.
O prefeito de Rio Bom faz questão de deixar bem claro que não tem medo de reeleição. “Eu só acho que há outras pessoas que podem ser melhores do que eu e devem ter a oportunidade de assumir uma administração pública”, frisa. “Eu não entrei na política para fazer carreira política, mas para ajudar o município na busca do melhor para a comunidade”, assinala.



Pré-candidato natural, Junior da Femac aguarda decisão do grupo



Na condição de atual prefeito de Apucarana, Junior da Femac (PDT) é pré-candidato natural à reeleição em Apucarana. Como vice-prefeito, ele assumiu o comando do município, oficialmente em fevereiro de 2019 com a saída do prefeito reeleito Beto Preto (PSD), que foi para o governo do Estado comandar a Secretaria de Saúde.

Junior da Femac vem dando sequência ao plano de governo implantado pela gestão Beto Preto e, ao mesmo tempo, colocando em prática suas próprias ideias e do grupo que o acompanha.
Embora seja um pré-candidato natural e venha trabalhando para disputar a reeleição, Junior da Femac prefere dizer que está à disposição do seu grupo político, que obteve a primeira vitória em 2012 com a eleição de Beto Preto para prefeito.
“Temos uma grande liderança em Apucarana, de nível estadual e até nacional, que é o Dr. Beto Preto. Ele é o carro chefe da nossa articulação”, afirma Junior da Femac.
“O nosso grupo começa com a criança na escola bem assistida. Nós não estamos na prefeitura porque não temos emprego ou não teríamos onde trabalhar.  Ao contrário disso, todos os meus secretários e demais colaboradores estão ali devotando sua vida pela cidade. Quero agradecer também aos nove vereadores que nos dão sustentação na Câmara”, acrescenta.
Para Junior da Femac, sua maior preocupação no momento é com a administração do Município. “Nossa luta é por uma Apucarana melhor em todos os aspectos. Então, essa questão política será pensada pelo Beto Preto e por nossas demais lideranças no momento apropriado”, pondera.

As informações são do TribunadoNorte

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