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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Artista plástico transforma sua casa num ‘Jurassic Park’ da Região Metropolitana de Curitiba

Quando criança, uma das principais diversões de Jonas Corrêa, natural de Pinhalão, no Norte Pioneiro do Paraná, era ajudar seu pai a escavar poços. Era ele quem descia até o fundo do poço, sem grande esforço, levado dentro de um balde. Antes de chegar na água, encontrava argila, que já tratava de separar. Em seguida, as mãos do menino faziam com que o barro ganhasse vida, virasse bichos. Uma de suas paixões eram os dinossauros, que conheceu pelos álbuns de figurinhas que colecionava, antes mesmo de Steven Spielberg levar os bichões às telonas. E agora, já na maturidade, artista plástico consagrado, Jonas tratou de transformar a sua própria residência em uma espécie de Jurassic Park. E o melhor: até o próximo dia 15, as peças jurássicas estarão em exposição em sua casa e ateliê em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, e ainda voltam ao local no dia 25 de novembro, após evento em Brasília. “Desde criança já fazia (escultura). Cavava poço, chegava na argila e começava a brincar”, conta o artista paranaense, que já possui mais de 20 peças em sua coleção de dinossauros. “Na verdade, eu nem sabia o que estava fazendo. Pegava barro e começava a fazer os bichos, dinossauros, animais mesmo. O que dava na ideia eu fazia”, complementa. Desde então, o trabalho de Jonas foi ficando conhecido Brasil afora. O sonho de fazer dinossauros monumentais sempre existiu, mas acabou ficando para trás, como uma segunda opção, por conta da demanda por esculturas de monumentos. Até que finalmente surgiu a oportunidade de retomar o sonho de infância. “A cada evento aumento o acervo. Agora, por exemplo, estou fazendo um gliptodonte, que tem uma bola na ponta no rabo, mas também já tenho vários outros dinossauros prontos”, explica. Quatro Barras - Onde fica? Quanto é? As incríveis peças de Jonas podem ser encontradas na Rua Valentin Andreatta, 790 – Borda do Campo, em Quatro Barras. A entrada é livre, mas o artista sugere aos visitantes que levem alimentos, produtos de higiene e limpeza, fraldas geriáticas e brinquedos, que ele está arrecadando para fazer doações no final de ano. “O prazer que tenho é poder tirar o meu sustento da arte e ainda ajudar as pessoas”, afirma.




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