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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Criança que viu o assassinato da madrasta estava suja de sangue e presa na cadeirinha

O menino, de 4 anos, foi encontrado sozinho dentro de um veículo abandonado; o corpo de Beatriz Stefanichan de Almeida Santos estava a cerca de 20 metros do carro

A criança que viu sua madrasta ser morta dentro de um carro em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, no início da noite desta quarta-feira (16), por volta das 18h30, estava com respingos do sangue da vítima e presa na cadeirinha infantil, segundo contou uma testemunha. Beatriz Stefanichan de Almeida Santos, de 25 anos, foi localizada já sem vida em um riacho, a cerca de 20 metros do veículo. Em um primeiro momento, foi divulgada a informação de que ela era a mãe do menino, de 4 anos, mas, posteriormente, foi confirmado que, na verdade, ela era casada com a mãe da criança.

A testemunha, que não quis se identificar, explicou que ela e o marido estavam chegando em casa, no fim da tarde, quando viram um veículo passar em alta velocidade e entrar em um terreno nas proximidades. Os dois estranharam a situação e voltaram minutos depois a pé até o terreno, que fica na rua Rotterdan, no bairro Holandez, na divisa com o município de São José dos Pinhais. Lá, eles se depararam com o o menino sozinho dentro do carro. 
Ela ainda contou que tentou falar com o menino, mas sem sucesso. “A gente falou cadê teu pai, cadê tua mãe, mas não dava pra entender o que ele falava. Ele tava até tranquilo, mas apontava pra frente. Talvez, onde a mãe tinha saído do carro ou que levaram, não sei”, declarou. 
O casal, assustado com a cena, chamou a polícia e, pouco depois, agentes da Força Nacional chegaram ao local. Foi então que os policiais seguiram o rastro de sangue e encontram a vítima. 
A causa da morte não foi confirmada, mas Beatriz apresentava vários ferimentos por arma branca, estava com as mãos amarradas e apresentava ferimentos no rosto, indicando que também foi agredida. Além disso, foram encontradas sacolas plásticas próximas ao corpo. 
O delegado Antonio Macedo de Campo Junior, responsável pelo caso, afirmou que ainda não é possível saber o que motivou o crime bárbaro. Segundo ele, o pai de Beatriz e a esposa e mãe da criança foram ouvidos, mas consternados, não conseguiram passar muitas informações que pudessem ajudar no caso. 
O delegado também pontuou que acredita que o criminosos fugiram a pé porque o carro caiu em um pequeno barranco, o que dificultou sua saída. O veículo foi periciado e apresenta inúmeras respingos e marcas de sangue, tanto na parte dianteira, como na traseira.
Fonte: Ric Mais

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