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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

População deve manter cuidados simples que evitam a dengue

A Secretaria Estadual da Saúde emitiu informe técnico sobre a situação da dengue, febre amarela, zika e chikungunya, nesta terça-feira. O resultado aponta que grande parte dos focos do mosquito Aedes aegypti é encontrado nas residências. Por isso, a orientação é adotar alguns cuidados, que podem romper o ciclo de vida do Aedes aegypti e a reprodução. O secretário da Saúde Beto Preto ressalta que a ação de combate ao mosquito transmissor deve ser constante. Entre as doenças que o mosquito Aedes aegypti transmite, a dengue é a mais comum no Paraná. A secretaria estadual orienta que a limpeza de terrenos, quintais e também interna da casa, o esvaziamento de depósitos e recipientes com água devem ser feitos com frequência durante todo o ano. Resíduos que não serão reutilizados precisam ser armazenados de maneira que não se tornem criadouros do mosquito até que sejam coletados para destinação final. Além de esvaziar espaços e recipientes com acúmulo de água, é importante escová-los com água e sabão para eliminar os ovos que ficam grudados. Segundo a coordenadora de Vigilância Ambiental da secretaria, Ivana Belmonte, os ovos podem resistir a condições adversas por mais de um ano e quando ficam submersos a larva eclode. O informe técnico, publicado nesta terça-feira, com dados a partir de 28 de julho, apresenta dois municípios em situação de alerta em relação à dengue: Floraí e Inajá. Floraí aparece pela primeira vez no boletim e registra cinco casos de dengue em que as pessoas foram contaminadas na própria cidade. Inajá tem seis casos e continua em situação de alerta. O informe semanal também registra 68 novos casos de dengue no Paraná. Desde o início desse ciclo sazonal, em 28 de julho, são 185 casos confirmados no Estado. Os casos notificados também aumentaram e chegaram a 2.196. 

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