href="https://1.bp.blogspot.com/-6gy4glK0nPk/XHGyQlw1tUI/AAAAAAADRDg/g44NPL06wLs5iJ6w2ILCd_7b2dAUxF7iACLcBGAs/s1600/na-chapa-restaurante.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;">
PARA CONTATOS ADICIONE O EMAIL: studiowj@hotmail.com OU (43) 9 9626-2009
Curta nossa página no Facebook e receba as atualizações de todas as notícias

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Presos por suspeita de causar prejuízo de R$ 125 milhões ao Governo do Paraná são soltos


Três suspeitos de causar prejuízo de mais de R$ 125 milhões ao Governo do Paraná,que tinham sido presos na Operação Peça Chave, da Polícia Civil,no dia 28 de maio, foram soltos nesta quinta-feira (6) após o fim da prorrogação do prazo das prisões temporárias.A 8ª Vara Criminal de Curitiba negou, também nesta quinta, o pedido de prisão preventiva - por tempo indeterminado - deles. Outras 12 pessoas já tinham deixado a prisão pelo fim do prazo ou da prorrogação do prazo da temporária.A operação investiga crimes que, segundo a polícia, foram praticados por pessoas ligadas à JMK, empresa responsável pela manutenção dos veículos oficiais do governo estadual.De acordo com a polícia, pessoas ligadas à empresa são investigadas por adulteração de orçamentos, colocação de peças de baixa qualidade e falta de pagamentos a oficinas mecânicas que deveriam consertar carros do governo."A investigação perdura há alguns meses e teve como objeto a empresa JMK, que mantém um contrato com o estado e já recebeu dos cofres públicos aproximadamente R$ 248 milhões até o presente momento", afirmou o delegado Alan Flore.A JMK é responsável pela manutenção da frota de 52 órgãos públicos, veículos em que foram constatadas "manobras fraudulentas", segundo o delegado. Flore explicou que houve adulteração de orçamentos e colocação de peças de baixa qualidade, ao invés de originais.Para o delegado, esses crimes são graves, devido aos danos que podem ter sido causados pela falta de atendimento à população."Essas irregularidades podem ter feito com que uma viatura policial não pudesse chegar a tempo para o atendimento de uma ocorrência, ou que uma ambulância não conseguisse transportar um paciente adequadamente", exemplificou.A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep)instalu na terça-feira 04/06, uma Comissão Parlamentar de Inquérido (CPI) para investigar a empresa JMK.No dia da deflagração da operação, a JMK informou que o sistema implantado pela empresa "conta com grande transparência e economia, o que contraria muitos interesses que estavam estabelecidos antes da assinatura do contrato". Fonte: G1

Nenhum comentário: