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quarta-feira, 26 de junho de 2019

Ex-prefeito Carlos Gil tem contas aprovadas na câmara de Ivaiporã

Câmara de Ivaiporã aprovou na segunda (24) por 06 votos a 01 as contas do exercício de 2013 do ex-prefeito Luiz Carlos Gil 
Vereadores presentes na sessão
Em sessão realizada na noite desta segunda-feira 23 de junho de 2019 na câmara de vereadores de Ivaiporã, o ex-prefeito Carlos Gil, teve as contas de 2013 aprovadas pelo legislativo em 06 votos favoráveis e 01 contrário no plenário municipal. Ou seja o presidente da câmara Eder Bueno, Nando Dorta, “Sabão”, Marcelo Reis, Zé do Bar e Hélio Barros optaram por acompanhar o acórdão de parecer prévio 28/19 - Tribunal Pleno que pugnou pela regularidade com ressalva das conta do Prefeito Carlos Gil referente a 2013. Na qual apontavam no processo recurso de revista a seguinte informação: “01 – Repasses do Fundo de Participação dos Municípios. Divergências entre valores registrados e efetivamente transferidos. 02 – Evidência de falha formal de natureza contábil. 03 – Conhecimento e provimento do recurso. Reforma do Acórdão de Parecer Prévio nº 283/18 da Segunda Câmara. Parecer prévio pela regularidade com ressalva das contas. Multa Afastada” diz a nota. Os vereadores Ailton Stipp e Sueli Gevert não estiveram na sessão e apresentaram seus respectivos motivos. Por sua vez Alex Papin, votou contra o parecer, alegando sua justifica em plenário de não concordar com a decisão encaminhada pelo Tribunal de Contas e entre outras situações. Em anexo ao portal de notícias do Wellyngton Jhonis é possível observar na íntegra o Processo do Tribunal de Contas de nº 724477/18 que teve como relator o conselheiro Ivens Zschoerper Linhares. A prestação de contas também está disponível na câmara de Ivaiporã. O ex-gestor que tem um histórico importante de ações no município, acompanhou a sessão e fez questão de agradecer aos parlamentares pelo apoio e confiança. “Fizemos um trabalho honesto, pensando no progresso de Ivaiporã. A situação do processo, seriam da parte técnica da nossa , ou seja, não houve prejuízos ou desvio por parte dos recursos públicos" destaca Gil. 
Ex-prefeito Carlos Gil
Vejam a recente nota de esclarecimento do ex-prefeito a imprensa, sobre o processo: “Ao assumirmos a gestão em 2013 nos deparamos com um estado caótico quanto à organização e gestão dos atos administrativos, financeiros e contábeis, com servidores desatualizados quanto às novas práticas exigidas pelo TCE/Pr, em especial, diante ao novo PCASP/2013 - Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, da Secretaria do Tesouro Nacional - STN. Fato que impôs a necessidade de reorganização dos setores, atualização dos servidores, contratações de sistemas mais eficazes, alterações de padrões técnicos, entre outros, frente às novas regras em fase de implantação pelo TCE/Pr. Todos são sabedores dos esforços da gestão e dos servidores, e, especialmente, que a burocracia no meio público impõe limites operacionais e condições específicas que, por vezes, levam necessitam de mais tempo para adequação interna (como na contratação de servidores, de sistemas atualizados, de treinamento e atualização do corpo técnico, entre outros). Ocorre que, em meio aos ajustes administrativos em trâmite, o(s) responsáveis técnicos há época dos fatos (em 2013) enviaram a citada prestação de contas com um erro técnico oriundo de práticas desatualizadas, que, não trouxeram nenhum prejuízo financeiro ao Município ou aos seus índices (a própria análise dos técnicos do TCE/Pr trazem que “foi utilizada forma equivocada e sem motivo aparente”) OU SEJA, a citada irregularidade foi somente pelo equivoco na “forma de contabilização das receitas de transferências constitucionais (leiase, FPM - Fundo de Participação do Município)”. IMPORTANTE dizer que, esse fato não é de controle operacional e técnico do Prefeito ou de Secretário. Assim que fomos informados de tal fato, após á analise das contas pelo TCE/PR, foram promovidas as correções de técnicas e as práticas do setor, porém, não sendo possível corrigir o ato que tinha sido realizado no passado. Aqui, RESSALTA-SE, nenhum prejuízo financeiro foi gerado ao Município. Tal fato é verdade que, nos anos seguintes as contas foram devidamente aprovadas, já diante as novas práticas e correções aplicadas. Ainda, ao verificar a prestação de contas de 2013, pode-se notar que todos os itens foram aprovados, restando apenas esse “erro técnico contábil”, que não trouxe prejuízo financeiro ao município. Para solução do caso, foi reorganizado o setor e corrigidas as técnicas contábeis. E, atualmente, recursos estão sendo reapresentados ao Tribunal de Contas do Estado do Paraná para demonstrar o não prejuízo ao Município. Estamos certos que nossos atos administrativos foram de enfrentamento da questão, com boas praticas e melhoria da gestão de nosso município” diz a nota. VEJA A ENTREVISTA AO REPÓRTER WELLYNGTON JHONIS.

 

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