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terça-feira, 21 de maio de 2019

PSB unifica discurso, retoma perfil de esquerda e mira eleição municipal

Partido quer volta às origens, depois de ter caminhado em direção ao centro do espectro político
Com uma bancada de 32 deputados federais, a segunda maior da oposição, o PSB fechou questão contra o projeto de reforma da Previdência enviado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). A decisão foi tomada com relativa tranquilidade, cenário muito diferente ao de dois anos atrás, quando a bancada rachou frente ao projeto de reforma trabalhista enviada pelo então presidente Michel Temer (MDB). Depois de ter caminhado em direção ao centro do espectro político, o PSB retomou um perfil mais à esquerda, unificou o discurso e quer se apresentar como um player importante no campo de oposição ao governo Bolsonaro. Ao mesmo tempo, prepara o caminho para as eleições municipais de 2020, quando deve lançar candidatos próprios nas maiores cidades do país, aliando políticos experientes a jovens apostas.
“O PSB vai se afirmar com sua história e legado de mais de 70 anos. Não há crise de identidade”, afirma o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira. O reencontro com as origens acontece cinco anos depois de o partido ter aberto espaço a políticos mais conservadores, como Eduardo Campos, então governador de Pernambuco, que concorreu à Presidência em 2014. A bancada eleita pelo PSB naquela eleição, marcada pela morte de Campos em um acidente de avião, tinha 34 deputados. Dentre eles, nomes como o líder evangélico Pastor Eurico (PE) e a ruralista Tereza Cristina (MS) —hoje é filiada ao DEM e ministra da Agricultura do governo Bolsonaro. “Quando Eduardo morreu, o partido se viu diante dessa condição de resolver seus dilemas internos”, lembra o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), que hoje preside a Fundação João Mangabeira. Com o racha em 2017, 13 deputados de perfil mais conservador deixaram o PSB. No ano seguinte, o partido quis disputar a Presidência com o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, que acabou desistindo da empreitada. Sem nome forte para o cargo, optou pela neutralidade em troca de acordos com o PT em Pernambuco e Minas.

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