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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Polícia identifica suspeitos de matarem Jheniffer. Jovem pode ter sido abusada sexualmente

A Delegacia de Homicídios (DH) de Maringá confirmou que a estudante Jheniffer Tavares, 17, foi morta por esganadura provocada por asfixia mecânica. Há a suspeita também de que ela tenha sido agredida na cabeça e vítima de violência sexual. Foi o que apurou preliminarmente o Instituto Médico Legal (IML) de Maringá. Dois suspeitos de participarem do crime foram identificados pela polícia, segundo o delegado Diego Elias de Almeida. Eles estariam na companhia de uma outra jovem e de Jheniffer antes da estudante desaparecer. O corpo da adolescente foi encontrado seminu no fim da manhã desta terça-feira no loteamento Monte Sinai nas proximidades da avenida Mandacaru. A jovem estava desaparecida desde o último domingo, 5. A garota que morava na Vila Morangueira foi vista pela última vez em um veículo Gol de cor escura, ainda na noite de sábado, 4. Ela teria saído de casa para ir uma festa, passou pela Praça da Catedral e horas depois foi vista em uma tabacaria na companhia de outras pessoas. A polícia não descarta também a hipótese dela ter sido morta em outro local e o corpo ter sido deixado no loteamento bastante ermo. Imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais por onde a jovem passou são usadas pela polícia para identificar envolvidos com o crime. Os nomes dos suspeitos ainda não foram revelados pela DH. Informações do portal O Dia na Cidade.

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