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sábado, 25 de maio de 2019

Justiça acata pedido do prefeito de Paranavaí e Sanepar está proibida de subir a tarifa no município

Essa liminar é a comprovação de que fazemos um trabalho sério, sempre pensando no próximo e buscamos aquilo que é justo”, afirmou o prefeito Caíque.
Fonte: Jornalista Marieli Martins
O prefeito de Paranavaí, delegado Caíque (PSDB), comemorou nesta sexta-feira (24) a decisão da Justiça, que deferiu o pedido do município que impede o reajuste da tarifa da Sanepar. “Reajuste de zero por cento aqui”, declarou o prefeito. “Hoje é um dia muito gratificante, pois diversas vezes fui chamado de aventureiro, demagogo e outras coisas que nem convém dizer. Porém, isso não me fez baixar a cabeça e desistir daquilo que sempre tive como propósito: defender o cidadão de Paranavaí. Essa liminar é a comprovação de que fazemos um trabalho sério, sempre pensando no próximo e buscamos aquilo que é justo”, afirmou o prefeito Caíque. Paranavaí foi o primeiro município em todo o Paraná a se posicionar contra o reajuste imposto pela Agepar e Sanepar na tarifa de água e esgoto. Primeiro, o município elaborou um Decreto impedindo o aumento de 12,13%. Em seguida, entrou com uma ação condenatória contra a Sanepar. A liminar concedida pela Justiça informa que em caso de descumprimento da decisão (se a Sanepar aplicar o aumento da tarifa em Paranavaí) a empresa terá uma multa diária de R$ 5 mil, podendo chegar ao valor máximo total de R$ 500 mil. Em entrevista recente à Rádio T o prefeito de Paranavaí afirmou que por lá a Sanepar não dá as cartas. “A Sanepar está querendo medir forças, mas estamos do lado da lei. Vamos aplicar multa milionária. A Sanepar não manda em Paranavaí. E quem vai decidir isso é o judiciário”, disse. Desde o início o município entendeu que para qualquer valor de reajuste deveria ser discutido com o Poder Concedente, neste caso a Prefeitura de Paranavaí. Isso porque Paranavaí não possui contrato vigente com a Sanepar, fato que impede que a empresa imponha um valor de reajuste sem homologação do município. “Não temos contrato com a Sanepar e muito menos temos qualquer relação jurídica com a Agepar, por isso, não poderíamos tomar outro caminho. Deixar que a população pagasse um preço que não é o justo e foi concedido sem a nossa autorização seria baixar a cabeça aos poderosos, mas isso nunca foi uma opção. Fomos contra o reajuste de 12,13%, e logo em seguida o Tribunal de Contas do Estado suspendeu esse valor. Há pouco tempo, foi divulgado que o reajuste seria de 8,37%, mas eu disse que em Paranavaí vivíamos um caso diferente e mesmo assim poucos acreditaram. Agora temos o resultado incontestável. Se a Sanepar quiser aumentar a tarifa terá que se reunir conosco e pedir a nossa autorização”, explicou o prefeito. Nesta semana o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) autorizou o aumento de 8,37%, ainda acima da inflação. Além disso, o próprio TCE reconheceu que existem falhas no sistema de cálculo da tarifa e, mesmo assim, determinou o aumento. O TCE também determinou que a Sanepar realize uma auditoria no sistema utilizado para aplicar os reajustes, e que a Agepar institua, em até 90 dias, a metodologia que utiliza para avaliação dos aumentos que são propostos pela Sanepar. Mas o processo deveria ser o inverso, ou seja, primeiro deveriam fazer a auditoria e depois avaliar o reajuste. As informações são do Blog da Marieli Martins da Rádio T (CLIQUE AQUI).  Veja o que o disse o prefeito de Paranavaí após a decisão da Justiça:

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