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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Apucarana vai repovoar rios e lagos com 400 mil alevinos


Em uma iniciativa inédita, a Prefeitura de Apucarana vai promover o repovoamento com espécies nativas de rios e lagos. Nos próximos 12 meses, será feita a soltura de 400 mil alevinos das espécies lambari, jundiá, piauçu e pacu. Exemplares destes peixes serão soltos nos lagos Jaboti, Raposa, Schimidt, Redenção e Tarumã/Ouro Fino, além dos rios Pirapó, Caviúna, do Cerne, Ubatuba e Dourados.“Se os produtores conseguirem entregar os alevinos, pretendemos fazer a primeira soltura na Semana do Meio Ambiente que acontece no início de junho”, afirma o prefeito Junior da Femac, que nesta quarta-feira (22/05) assinou o contrato com os fornecedores, no valor de R$ 121 mil. Também estiveram presentes durante a assinatura os secretários municipais de Meio Ambiente, Sérgio Bobig, e de Gestão Pública, Nicolai Cernescu Junior.De acordo com o prefeito, o repovoamento com espécies nativas é uma iniciativa inédita em Apucarana. “Tivemos a soltura de peixes há cerca de 30 anos em lagos de Apucarana, mas foi de espécies exóticas”, lembra Junior da Femac.A intenção, conforme o prefeito, é realizar uma soltura por mês. “A atividade será acompanhada por estudantes e também por integrantes dos Grupos Conviver, visando conscientizar sobre a necessidade de manter o equilíbrio ecológico”, frisa Junior da Femac.O prefeito afirma que o meio ambiente é uma área ampla e que os cuidados devem ser permanentes. “Da mesma forma que é necessário zelar pelas matas, fazer a correta destinação do lixo ou solucionar o problema dos equinos que estão soltos no perímetro urbano, também devemos cuidar dos nossos cursos de água”, assinala.Além da educação ambiental, a intenção é manter vivo o sentimento de proteção e cuidado com rios e lagos. “Apucarana possui diversas nascentes, lagos e cursos de água. Estamos agindo em favor da natureza, fazendo o repovoamento e contribuindo com o equilíbrio ecológico”, reforça Junior da Femac.O secretário de Meio Ambiente afirma que, ao longo dos anos, a pesca predatória reduziu grandemente o número de espécies nativas. “Elas são fundamentais para que não haja um desequilíbrio. O mosquito borrachudo desova em água corrente e o peixe lambari se alimenta das larvas”, exemplifica Sérgio Bobig.


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