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sexta-feira, 19 de abril de 2019

Caminhoneiros organizam paralisação para o dia 29 de abril

De acordo com a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) a alta de R$ 0,10 por litro de combustível diesel, que entrou nesta em vigor nesta quinta, “aumentou ainda mais a tensão instalada na categoria”
A Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abam) e a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos e a (CNTA) afirmaram nesta quinta-feira (18), em nota, que o pacote de medidas anunciado pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) para os caminhoneiros não atende às principais demandas da categoria, que são a queda do preço do óleo diesel e a fiscalização nas estadas do cumprimento da tabela do frete. De acordo com a CNTA, a alta de R$ 0,10 por litro de combustível, que entrou nesta em vigor nesta quinta, “aumentou ainda mais a tensão instalada na categoria”. Segundo a nota, os caminhoneiros carregam desde o “ano passado a frustração de não ter a lei do piso mínimo do frete cumprida”. A confederação diz ter feito um levantamento com 140 sindicatos, nove federações e uma associação colaborativa, para confirmar o posicionamento dos caminhoneiros. “A entidade identificou que o anúncio reacendeu uma insatisfação generalizada na categoria, que está impaciente à espera de uma resposta do Governo”, diz a nota divulgada nesta quinta (18). A Abcam afirma que o aumento no preço do combustível gera um impacto nos custos e na previsibilidade do valor dos fretes e, por isso, os motoristas estão “enfurecidos”. Na noite de quarta, líderes caminhoneiros já articulavam uma nova paralisação para o dia 29 de abril. Reuniões estão sendo articulada com o governo de Bolsonaro. Os caminhoneiros, porém, estão divididos e muitos têm posto em dúvida a legitimidade dos representantes escolhidos para falar com o governo.

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