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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Rodonorte detalha projeto de viaduto na duplicação do Contorno Sul em Apucarana

O prefeito em exercício Júnior da Femac vistoriou nesta quinta-feira (31/01) as obras de duplicação dos 11,6 quilômetros do Contorno Sul de Apucarana. Acompanhado do vereador Mauro Bertoli e do presidente do Distrito Industrial Sul, Adan Lenharo, ele foi recebido pelos engenheiros da CCR Rodonorte, Luiz Carlos Fernandes e Melissa Maronezi, que detalharam o projeto, com ênfase ao chamado viaduto da estrada de Rio Bom, na interseção da Rua Cristiano Kussmaul com o KM 237 da BR-376 (Rodovia do Café). “Vai ser uma obra de arquitetura muito interessante, nos moldes da que está sendo executada no acesso ao município de Marilândia do Sul. A pista será elevada para quem transita pelo contorno. Serão construídas paredes com uma técnica chamada de terra armada, onde são usados blocos pré-moldados de encaixe. Para quem vem pela rua Cristiano Kussmaul ou de Rio Bom pela estrada velha, a passagem será por baixo da pista elevada, no mesmo nível em que está atualmente”, explicou Júnior da Femac, prefeito em exercício.O projeto do viaduto também prevê pistas marginais e alças de acesso que vão garantir conversões com segurança, além de prever todo o cuidado para o escoamento da água da chuva. “Para se ter a noção da grandiosidade desta obra, pelo que os engenheiros nos informaram, será necessária a movimentação de 70 mil metros cúbicos de terra, o que equivale a cerca de 15 mil caminhões”, destacou Júnior, lembrando que a prefeitura vai complementar a obra com investimentos na “Cristiano Kussmaul”, já temos projeto aprovado e recursos garantidos junto ao Paranacidade, do Governo Ratinho Júnior, para duplicar a rua Cristiano Kussmaul, que vai se tornar avenida e se tornará em mais uma verdadeira entrada de Apucarana”, afirmou o prefeito.Júnior também lembrou da luta da administração municipal para não perder a duplicação. “Foi algo muito batalhado pelo Beto Preto e por mim para que essa obra não saísse do cronograma e agora, graças a todo este esforço político, estamos testemunhando essa obra belíssima que resolve um conflito urbano desta região da cidade e beneficia industriais, proprietários rurais, moradores de Apucarana e Rio Bom, bem como os usuários da rodovia, que liga Curitiba a Maringá”, comemorou o prefeito em exercício. “O Contorno Sul também está localizado em uma área estratégica de expansão da cidade, que já vive um crescimento industrial e residencial”, pontuou Júnior.O aspecto da segurança dos usuários também foi destacado pelo presidente do Distrito Industrial Sul, Alan Lenharo. “Esse cruzamento no KM 237 da BR-376 é um problema muito antigo. Está localizado em uma curva, que possibilita pouca visibilidade aos motoristas, por isso muitos acidentes graves já aconteceram aqui. Isso nos levou, inclusive, a criar uma associação para dar mais força no pedido de providências, o que acontece agora com essa grande estrutura atraída pela duplicação, que é o viaduto. Com certeza motoristas e pedestres ganharão em segurança”, disse Lenharo.Cessão de área - Durante a vistoria técnica, o prefeito em exercício Júnior da Femac destacou ainda que todos os terrenos pertencentes ao patrimônio do município localizados na área atingida pela duplicação serão cedidos com celeridade. “Recebemos esse pleito da Rodonorte, que deve oficializar pedido em breve, mas já adiantamos que no que depender da prefeitura todo esse trâmite de cessão será realizado com a devida rapidez, como sempre foi dentro da gestão do prefeito Beto Preto. Com relação às áreas de particulares, tenho a certeza de que os proprietários, na maioria industriais, e por isso compreendem o valor e importância desta duplicação, também vão dar sua parcela de contribuição para o desenvolvimento e chegarão rapidamente a um bom termo com o DER, que é o órgão responsável pelas desapropriações”, disse Júnior.Duplicação – Iniciada no final do ano passado, as obras de duplicação do Contorno Sul de Apucarana devem durar pelo menos mais um ano e meio. “Recebi a informação de que os primeiros quatro quilômetros já estão praticamente prontos e devem ser liberados para o tráfego dentro de três meses”, relatou Júnior da Femac. A duplicação dos 11,6 quilômetros foi divido em etapas “A” e “B”. “A primeira é o trecho em execução com início na altura do 10º BPM até o viaduto (Rua Cristiano Kussmaul). Já o trecho “B” é do viaduto até o entroncamento próximo ao 30º BIMec”, explica o prefeito. O investimento previsto é na ordem de R$70 milhões.

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