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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

IVAIPORÃ - Vigilância em Saúde alerta sobre riscos de aumento da proliferação do Aedes aegypti

A Vigilância em Saúde de Ivaiporã alerta sobre o risco de proliferação dos casos de dengue no município, onde foram registrados 2 casos – 1 autoctone. Segundo o Laboratório de Climatologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) as condições climáticas são favoráveis ao desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti, principalmente no Oeste, Noroeste e Norte do Estado. A tendência é diminuir com o início do outono. Mas a Vigilância em Saúde considera importante alertar para os casos suspeitos, lembrando que os casos mais graves da doença costumam ocorrer em determinados grupos de risco – idosos, gestantes, lactentes menores (29 dias a 6 meses de vida), imuno-suprimidos, pessoas com algum tipo de doença crônica pré-existente, como hipertensão arterial, diabetes mellitus, anemia falciforme e doença renal crônica. Em casos de sintomas, a Vigilância em Saúde orienta a procurar atendimento médico, uma vez que o diagnóstico precoce e o tratamento em tempo oportuno reduzem significativamente as chances de agravamento do caso. Os sintomas são febre acompanhada de dor de cabeça, dor articular, muscular e atrás dos olhos ou mal geral. Estes sinais não podem ser desprezados. De acordo com a Vigilância em Saúde, o alerta é estendido para casos suspeitos de febre amarela – principalmente para os a grupos estratégicos de pessoas que viajam para as áreas de risco. Os sintomas são febre com início súbito em pessoas que nunca tomaram a vacina contra a febre amarela ou com vacinação há menos de 10 dias e que tenham estado em áreas de matas, rios ou áreas de circulação viral comprovada nos últimos 15 dias. Essas condições devem estar associadas a cefaleia, náusea, vômitos, dor articular, abdominal e lombar, icterícia ou hemorragias. No caso da febre amarela, a vacina está disponível na sala de vacina para pessoas de 9 meses a 59 anos. Para prevenir as doenças causadas pelo Aedes aegypti é necessário que as pessoas eliminem a água parada em vasos de plantas, garrafas, lixo e bebedouros de animais, onde as larvas do mosquito se criam

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