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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Secretaria da Saúde do Paraná investiga suspeita de morte por dengue

A morte de uma adolescente de Uraí, no Norte do Paraná, está sendo investigada por suspeita de ter sido causada por dengue. A menina, de 14 anos, passava as festas de final de ano em Cornélio Procópio, onde foi hospitalizada no dia 29 de dezembro. O caso se agravou porque ela era diabética. O teste rápido que é feito no momento da internação deu positivo para dengue, mas esse procedimento apenas orienta o diagnóstico inicial, uma vez que há grande possibilidade de ocorrer cruzamento com outras doenças. Até o momento, a sorologia desenvolvida pelo Lacen, o Laboratório Central do Estado, não confirma se tratar de dengue e novos testes serão realizados. De acordo com a chefe do Centro Estadual de Vigilância Ambiental, Ivana Belmonte, ao receber a notificação, a Secretaria de Estado da Saúde encaminhou ao município de Uraí dois equipamentos de fumacê para reduzir os mosquitos que estão no ar. O município de Uraí apresenta um crescimento na circulação do vírus da dengue tipo 2, o que também aumenta a preocupação, uma vez que até o ano passado cerca de 90% dos casos registrados no Paraná era do tipo 1. Mesmo pessoas que se tornaram imunes ao tipo 1 podem ser infectadas pela dengue tipo 2. Desde agosto do ano passado, o Estado confirmou a ocorrência de 129 casos de dengue distribuídos em 38 municípios, especialmente do Norte, Noroeste e Oeste do Paraná. Mas, até o momento, apenas Uraí atingiu a situação de alerta de epidemia, considerada a partir da incidência de 273 casos para cada 100 mil habitantes. A orientação é que essas pessoas busquem atendimento de saúde logo que apresentem os primeiros sintomas, que são febre acompanhada de dor de cabeça, dor articular, dor muscular e dor atrás dos olhos ou mal-estar geral. O verão, com temperaturas mais altas e o clima chuvoso, propicia o acúmulo de água e o desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, a zika e a chikungunya. Quem viaja deve redobrar os cuidados para evitar o avanço da doença. Antes de deixar o imóvel, o morador deve verificar se não está abandonando recipientes que podem acumular água e servir como criadouro para as larvas do mosquito. É recomendado prestar atenção em espaços que nem sempre são lembrados, como bromélias, ocos de árvores, ralos e coletores de água da geladeira ou ar-condicionado. Entre os criadouros mais comuns do mosquito Aedes aegypti estão vasos e pratos de plantas, garrafas pet, copos plásticos, sacolas, latas e outros materiais recicláveis. Também existem outros vilões que nem sempre estão à vista, como calhas entupidas, ocos de árvores, bromélias e bandejas externas de geladeira. 

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