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terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Produtor de soja do MS estima prejuízo de R$ 2,5 mil por hectare

Estiagem prolongada, enfrentada em dezembro, derrubou produtividade média de 75 para 20 sacas por hectare. Se seca continuar prejuízo pode ser milionário. Os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso possuem relatos de perdas significantes nas lavouras de soja
Pedro Silvestre, Maracaju (SP) - Em Mato Grosso do Sul a longa estiagem prejudicou as lavouras de soja e isso deve impactar na renda dos produtores. Entidades do setor estão preocupadas com o problema e esperam sensibilidade da equipe econômica do novo governo no anúncio do próximo plano safra. Preocupada com a descapitalização dos agricultores por conta da quebra de safra causada pela estiagem, a Aprosoja-MS, espera sensibilidade da equipe econômica do novo governo no próximo anúncio de plano safra. O pedido é por um volume maior de recursos e uma taxa de juros para custeio compatível com a atual realidade do setor. “Aqui, na verdade, tem que ver se conseguimos uma soja padrão, para pelo menos tentar entregar para alguém, se não der vou usar para alimentação animal”, conta o produtor Fábio Olegário Caminha, de Maracaju. Em um dos talhões, o produtor diz que já perdeu 10% do que plantou. Ao todo, acredita que o prejuízo possa superar a casa de R$ 2,5 mil por hectare, números jamais imaginados por ele, nem na pior da hipóteses para essa safra. Mas, se fizer as contas, com a saca a R$ 60, o prejuízo dele pode superar facilmente os R$ 3 mil por hectare. “A gente tinha previsto um potencial acima dos 70 sacos, pela fase vegetativa que ela apresentou. O que a soja precisava para explodir era umidade no período de enchimento de grãos, mas tivemos falta de chuva. E a produtividade dessas áreas aqui dará menos de 20 sacas por hectare. Segundo o engenheiro agrônomo André Figueiredo Dobashi, a maioria dos produtores que iniciaram o plantio entre o dia 17 de setembro até 3 de outubro, já têm perdas consideráveis. “Essas lavouras ainda tem uma grande batalha pela frente. A gente precisa da normalização de chuva agora no mês de janeiro que é quando a grande parte das lavouras estão enchendo grão”, diz. Caso as chuvas não se regularizem, o produtor já teme que os outros 700 hectares restantes também possam ser afetados. A situação fica mais tensa quando ele destaca que metade da produção já foi comercializada. “A gente tem uma tradição de ir se garantindo e vendendo, fazendo o travamento de preços. Se a estiagem piorar, como em dezembro, vai complicar bastante os comprimento dos contratos”, garante. O diretor executivo da Aprosoja de Mato Grosso do Sul diz que espera sensibilidade da equipe econômica do novo Governo Federal, quanto às demandas do setor para o plano safra. Segundo ele, essa vai ser a garantia para que muitos agricultores possam permanecer na atividade. “Isso não é subsídio para o agricultor, muito pelo contrário, essa manutenção dos recursos faz com que a economia gire. Os próprios agricultores vão adquirindo máquinas, insumos a economia vai girando e tudo isso retorna para o próprio governo para própria sociedade como investimentos”, diz o diretor executivo, Frederico Azevedo. Estiagem prolongada, enfrentada em dezembro, derrubou produtividade média de 75 para 20 sacas por hectare. Se seca continuar prejuízo pode ser milionário, LEIA MAIS

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