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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

PMs se sensibilizam e doam ar-condicionado a pai de menino com paralisia cerebral

O caso aconteceu no calçadão de Alcântara, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro
Uma história que inspira esperança. É algo que o morador do Rio de Janeiro carece quando abre o noticiário policial da cidade. Mas, na segunda semana do ano, um ato de generosidade e compaixão de dois policiais militares ajudará um menino com paralisia cerebral a ter um pouco mais de conforto neste verão, que tem ultrapassado os 40 graus nos termômetros. O caso aconteceu no calçadão de Alcântara, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, no início desta semana. Sob um calor quase insuportável, o Sargento França Junior, de 47 anos, fazia um patrulhamento de rotina, quando decidiu entrar na loja de bijuterias onde Marcos Viana trabalha, para perguntar se as coisas haviam melhorado com o novo esquema de policiamento de proximidade implementado pelo 7ºBPM (São Gonçalo). - Ele me disse que não sabia como nós, policiais, estávamos aguentando todo aquele calor debaixo da nossa farda. Ele me disse que, para ele, esta é a pior estação do ano. A loja estava fresquinha, então eu sorri e questionei o motivo. Foi então que ele me contou que tinha um filho especial e que, nesta época do ano, ele não consegue dormir e fica se debatendo por conta da alta temperatura que faz, mesmo de noite - conta o Sargento. No dia seguinte, na quarta-feira, França e Coutinho foram à loja. Emocionado, Marcos comemorou e disse que, por ter conseguido uma casa própria através da mãe, e ter se livrado do valor de um aluguel, ele conseguiria reverter parte deste gasto para manter o filho, Carlos André, de apenas 12 anos, confortável com o novo presente. - Ficamos muito felizes e, na hora, fomos comprar o ar-condicionado para ele! Ele nos contou que o menino, quando soube, abriu um sorrisão! A mãe e a avó do menino choraram e queriam nos conhecer - disse o policial - Só de saber que iremos amenizar o problema de um garoto com paralisia, que nem sequer sabe falar... A gente se esforça para isto. Eu conversei antes com a minha esposa. Nós temos nossos problemas, nossas dificuldades do dia-a-dia, mas, na hora de ajudar, não pensamos duas vezes. - Para mim foi uma surpresa muito grande! Estávamos sem condições de comprar um aparelho e o nosso filho não conseguia dormir, nossa casa é de telha, então fica muito quente! Eu fiquei muito emocionada. Foi um gesto muito bonito! - diz a mãe do menino, e esposa de Marcos, Aline Vieira, de 35 anos. - Hoje em dia é muito difícil alguém chegar e fazer uma doação como essa. Quando eles chegaram, eu estava comentando que não estava aguentando de calor. Fiquei sem acreditar. Já instalamos o arcondicionado e, agora, o meu filho consegue dormir tranquilamente! Sou muito grata a estes policiais. Vejam mais detalhes no portal do Jornal Extra, CLIQUE AQUI.

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