href="https://1.bp.blogspot.com/-6gy4glK0nPk/XHGyQlw1tUI/AAAAAAADRDg/g44NPL06wLs5iJ6w2ILCd_7b2dAUxF7iACLcBGAs/s1600/na-chapa-restaurante.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;">
PARA CONTATOS ADICIONE O EMAIL: studiowj@hotmail.com OU (43) 9 9626-2009
Curta nossa página no Facebook e receba as atualizações de todas as notícias

sábado, 19 de janeiro de 2019

BNDES divulga lista com 50 maiores tomadores de recursos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou na manhã desta sexta-feira 18 a relação das cinquenta empresas e entes públicos que mais tomaram recursos emprestados da instituição de fomento. A medida, adotada pelo presidente do banco, Joaquim Levy, faz parte do que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) tem chamado de “abrir a caixa-preta” do BNDES, em referência a suspeitas de corrupção e uso político do banco ao longo dos últimos governos. O banco, como informou o Radar, chegou a fortalecer seu sistema em virtude da expectativa de um alto número de acesso. Outras informações disponibilizadas na área de “Transparência” do site da instituição são a relação completa de todos os contratos firmados com relação à obras no exterior e a relação de empresas das quais o BNDES é sócio. Os negócios estrangeiros são um dos principais tópicos de crítica de Bolsonaro a respeito da atuação do banco. Entre as obras citadas estão, por exemplo, o controverso Porto de Mariel, em construção em Cuba. O presidente divulgou em sua conta no Twitter o link para essa área específica da divulgação desta sexta, dizendo que seu governo “ainda vai mais a fundo” no tema. A campeã da lista dos principais credores do BNDES, criado para emprestar dinheiro a juros baixos para obras e projetos estratégicos para o desenvolvimento do Brasil, é a Petrobras, com 62,4 bilhões de reais, seguida pela Embraer (49,3 bi), Norte Energia (25,3 bi) e a Vale (24,8 bi). Em quinto lugar, aparece a primeira companhia mais sensivelmente envolvida em investigações por corrupção, a Odebrecht, para quem o banco financiou mais de 18 bilhões de reais. Outra empresa do grupo de Marcelo Odebrecht, a Braskem, aparece na 21ª colocação, com 7,3 bilhões de reais. A JBS, cujos sócios relataram ter corrompido agentes públicos em troca de financiamentos, aparece uma posição acima, em 20ª, com 7,6 bilhões. As informações são de Guilherme Venaglia na Veja.

Nenhum comentário: