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sábado, 6 de outubro de 2018

Interventores iniciam atividades nas concessionárias de rodovias do Paraná

Os seis oficiais da Polícia Militar, nomeados por decretos da governadora Cida Borghetti como interventores para atuar dentro das concessionárias de rodovias do Paraná, iniciaram as atividades nesta sexta-feira. O objetivo é contribuir na apuração de atos irregulares e dar transparência aos processos das concessões de pedágio. Neste primeiro momento, o principal papel dos interventores é de facilitar o acesso das autoridades aos documentos das empresas e garantir respostas, dentro dos prazos, às demandas da Justiça. Em todas as concessionárias o clima foi de diálogo e receptividade. Os próximos passos serão visitas a praças de pedágio e acompanhamento dos relatórios da empresa, a fim de juntar a documentação para ser enviada à Procuradoria-Geral do Estado, ao Ministério Público e à Justiça. O coronel Marco Aurélio Paredes Czerwonka iniciou o trabalho concessionária Caminhos do Paraná, em Irati, e foi recebido pela equipe administrativa e jurídica da empresa. A primeira ação do coronel Oscar Sérgio Almir Teixeira, interventor na Ecocatararas, com sede em Cascavel, foi visitar a superintendência do Departamento de Estradas de Rodagem para conversar sobre a relação do órgão com a empresa. Depois, foi à sede da concessionária, junto com superintendente do DER e o engenheiro de contratos. Segundo ele, a conduta é pelo diálogo com as concessionárias, baseada nas funções designadas aos interventores e publicadas em diário oficial. O coronel Guilherme Teider Rocha é o interventor na Rodonorte. Ele esteve com a diretoria da concessionária em Ponta Grossa e teve recepção tranquila. Coronel Jurandi André, interventor na Viapar, acertou todos os detalhes para apresentação na empresa, em Maringá, assim que recebeu a nomeação por decreto. Por ser considerado de relevante interesse público, a função de interventor não será remunerada. Além disso, o exercício da função não compreenderá atos de gestão da concessionária. A intervenção funcionará pelo período necessário para que haja apuração nas irregularidades, com um prazo de 180 dias, que pode ser prorrogado caso haja necessidade.

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