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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Clientes da TIM relatam que celulares foram adiantados para o horário de verão

Clientes da operadora acordaram uma hora mais cedo nesta segunda-feira, já que os celulares foram adiantados de forma automática 
Clientes da operadora TIM em diversas cidades do país relataram que o horário do relógio do celular foi adiantado de forma automática para o horário de verão nesta segunda-feira (15), provocando confusão. A data desta segunda coincide com a do início do horário de verão no ano passado, mas, neste ano, ele só vai começar em novembro, por decisão do governo. Veja quando começa e termina o horário de verão: Início: 18/11 (relógios devem ser adiantados à 0h de domingo) Fim: 16/02 (relógios devem ser atrasados às 23h59 de sábado) Reclamações No Twitter, muitos consumidores reclamaram ter perdido uma hora de sono em pleno retorno de feriado e cobraram explicações da TIM. A maioria relatou ter um iPhone, mas também houve queixas de donos de aparelhos com sistema Android. Procurada pelo G1, a TIM informou, às 10h15, que já tinha identificado o problema e estava apurando as causas. "A empresa reforça que o caso ocorreu com uma parcela muito reduzida da base de clientes", disse, em nota, sem informar a porcentagem de consumidores atingidos. Em sua página no Facebook, a empresa chegou a recomendar que o cliente "configure seu aparelho para o horário de Brasília". Às 12h40 a operadora voltou a se manifestar, dizendo que há tinha tomado as medidas para correção do relógio, mas ainda não divulgou quantos usuários foram atingidos. "A TIM informa que no dia de hoje (15/10) alguns modelos de smartphones tiveram o relógio adiantado erroneamente em uma hora por uma ocorrência de sistema. As ações corretivas já foram tomadas para a normalização do relógio", afirmou. "A TIM lamenta o ocorrido e pede desculpas aos seus clientes pelo inconveniente." Outras empresas - Também procuradas pelo G1, as operadoras Claro, Nextel e Oi disseram que não registraram falhas relacionadas ao caso. A Vivo ainda não respondeu à solicitação até a última atualização desta reportagem. (G1).

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