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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

SAÚDE - Seminário discute estratégias para prevenção da leishmaniose no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde promoveu nesta semana o I Seminário Paranaense de Vigilância de Leishmanioses, com a presença de cerca de 100 representantes e profissionais das 22 Regionais de Saúde e municípios. O principal objetivo foi discutir e articular estratégias entre profissionais e agentes da epidemiologia e vigilância ambiental no combate às leishmanioses. A chefe do Centro de Vigilância Ambiental, Ivana Belmonte, explica que é importante capacitar os profissionais para atuar em campo na investigação dos casos de leishmaniose, tomando as medidas necessárias para evitar a dispersão da doença e trabalhando com a população em medidas de educação e saúde. Transmitida pelo mosquito-palha, a leishmaniose afeta humanos e animais, como cães, gatos e ratos. Em zonas rurais, vacas, bois e cavalos são os principais receptores da doença, que tem dois tipos de apresentação. Desde 2014, houve aumento nos casos da doença do tipo visceral, passando de dois para nove infectados. Em contrapartida, no mesmo período, houve queda de 59% nos casos de leishmaniose tegumentar, com redução de 400 para 164 confirmações. O mosquito-palha se reproduz em ambientes úmidos onde há muito material orgânico, um composto de restos vegetais e de animais. A limpeza e a eliminação correta do lixo são fundamentais e também é recomendado o uso de inseticidas, repelentes e telas em portas e janelas. 

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