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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Desempenho do Paraná é destaque no Registro Brasileiro de Transplantes

O Paraná é o estado que mais registrou doações de órgãos no primeiro semestre deste ano. Foram 50 doações a cada milhão de habitantes, enquanto a média nacional é de apenas 17. Nos primeiros 6 meses de 2018, houve 602 notificações de potenciais doadores e 284 doações efetivas. O resultado foi descrito como “espetacular” pela publicação oficial da ABTO, Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, divulgada nesta semana. Para o secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Nardi, os números refletem a boa organização do Sistema Estadual de Transplantes, que nos últimos anos recebeu melhorias na estrutura e logística. Também foi determinante o investimento na capacitação dos profissionais de saúde envolvidos no processo de identificação de doadores, entrevista das famílias e a captação dos órgãos. Além da liderança no número de doações, o Paraná segue em primeiro lugar em identificação e diagnóstico de morte encefálica e também em transplante de rins. No Brasil, as doações de órgãos ocorrem após o diagnóstico de morte encefálica e precisam ser autorizadas pela família do paciente, mesmo que ele tenha registrado em vida a vontade de ser doador. Todas as famílias passam por uma conversa com as equipes de saúde, que buscam esclarecer as dúvidas e orientar sobre a possibilidade da doação de órgãos. No levantamento da ABTO, o Paraná apresenta o menor índice de recusas das famílias. Apenas uma em cada 4 das entrevistadas pelas equipes paranaenses decidiram não fazer a doação. No país, a média de recusa após entrevista é de 43%. Outro fator que influencia nos bons resultados do Paraná é a estrutura logística. Atualmente, o Sistema Estadual de Transplantes conta com veículos terrestres e aeronaves que garantem agilidade no transporte dos órgãos e das equipes.

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