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quarta-feira, 15 de julho de 2015

BORRAZÓPOLIS - "BANDIDOS ASSALTAM BANCO DO BRASIL E SICREDI"

Houve troca de tiros com a policia militar, cerca de 30 pessoas foram feitas reféns na tarde desta terça - feira (14). A cidade ficou apavorada com a ação
O VIGILANTE EM CIMA DO CARRO
O Repórter Wellyngton Jhonis, esteve acompanhando de perto uma grande movimentação policial, na tarde desta terça – feira 14 de julho de 2015, por volta das 15:00 horas registrado na área central de Borarzópolis, onde um grupo de bandidos fortemente armados com fuzis e metralhadoras, invadiu a agência do Banco do Brasil situada Praça da República, e a agência do Banco Sicredi na área central de Borrazópolis, fazendo mais de 30 reféns e roubando o dinheiro que estava no cofre. Durante a movimentação, o vigilante conhecido como “Nita" foi algemado, os outros precisaram tirar a camisa no momento da movimentação. Em seguida os bandidos fugiram em um veículo Hyunday I 30 prata ou cinza, com placas de São Paulo, tomando o rumo da cidade de Faxinal. Um refém ("Zé Guarda") foi levado no capô do carro e liberado próximo ao conhecido “posto do Fabinho”. Na movimentação, os criminosos estavam vestidos de preto, usando capuzes e fortemente armados. Houve troca de tiros com a Polícia Militar (PM), mas ninguém ficou ferido. O montante roubado ainda não foi informado. Após a movimentação o repórter Wellyngton jhonis, conversou com um dos vigilantes "ÉRIS SCHIMIDT", que contou detalhes da ação. O vereador "Sartor" estava dentro da agência no momento da ação, e contou pra nossa reportagem, que qualquer movimentação da policia, colocaria a vida de todos em risco, pela quantidade de armas em que os bandidos estavam. A Policia fechou o cerco na rodovia do milho, sentido Novo Itacolomi, e até as 20:30 horas, desta terça - feira (14), ninguém havia sido preso. OUSADIA - Os marginais durante a madrugada já haviam realizado a explosão do caixa eletrônico de Arapongas, e deixado um policial militar com ferimentos, na troca de tiros, vale ressaltar que na semana passada a cidade de KALORÉ, também foi alvo dos marginais, que agiram da mesma forma, com ousadia. Ao vivo durante a tarde (14) o repórter Wellyngton Jhonis, lamentou a deficiência em equipamento e efetivo nas cidades da região, o que tem facilitado a ousadia destes marginais. CARRO RECUPERADO - Mais tarde a policia conseguiu recuperar o veículo, que estava em uma roça de milho, a 4 quilômetros de Borrazópolis sentido Novo Itacolomi, na Fazenda Pacaembu... Mais detalhes nesta quarta - feira 15 de julho de 2015, pela Rádio colina do vale FM, Rádio T e 98 Fm com o repórter Wellyngton Jhonis. (Colaboração: Auricélio Mauricio e Júnior Dias).
ATENÇÃO, VEJAM O VÍDEO NO EXATO MOMENTO EM QUE OS BANDIDOS ESTAVAM LEVANDO O REFÉM
VEJAM TAMBÉM NO VÍDEO O CORDÃO QUE OS REFÉNS TIVERAM QUE FAZER, CLIQUE NO LINK
MAIS FOTOS - CLIQUE AQUI




















7 comentários:

Unknown disse...

GENTE! Não dá para acreditar, uma cidade pequena e calma como Borrazópolis, estamos perdidos mesmo. Lamentável...

Unknown disse...

Acorda Brasil!!!! Até quando vamos ficar nessa situação??? Queremos paz....

Godoy FM. disse...

Na atual situação da economia brasileira, o jeito é virar todo mundo malandro mesmo.
Afinal a lei protege os ladrões!!!

Unknown disse...

pega eles policiais de novo itacolomi vcs não são bambam

redfera@blog.com disse...

ta muito fácil para os bandidos, cidade pequena quase não tem policiais sempre um ou dois de plantão estão deitando e rolando

Unknown disse...

tem que meter bala nesses bandidos ladrões.....

Pedro Nicastro disse...

Pessoal, de acordo com o meu entendimento e da justiça demonstrada em alguns julgados, o Banco responde por danos morais, pois não investiu em segurança suficiente e também se trata de responsabilidade objetiva. Desta forma, entendo que todos os prejudicados moralmente no dia do assalto em Borrazopolis tem direito a açao de danos morais, sobretudo, os empregados.

Para ilustrar, cita-se o julgado abaixo:

PROCESSO CIVIL. INDENIZAÇÃO DANOS MORAIS E ESTÉTICOS. ASSALTO OCORRIDO NO INTERIOR DE AGÊNCIA BANCÁRIA. RESPONSABILIDADE CIVIL OBJETIVA. INEXISTÊNCIA DE CASO FORTUITO. FORTUITO INTERNO. RISCO DA ATIVIDADE. DEVER DE SEGURANÇA DA AGÊNCIA BANCÁRIA. 1.O banco como fornecedor de serviços deve ser responsabilizado por atos praticados no interior de posto de atendimento bancário, eis que se trata de relação de consumo, ex vi do artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor, visto ser de sua incumbência zelar pela segurança de seus clientes e adotar medidas que, pelo menos, dificultem a ocorrência de ações delitivas. Inteligência do artigo 1º, § 1º, da Lei federal nº 7.102. 2.No caso dos autos, sequer se verifica a ausência de um mínimo de segurança da agência bancária quando não há nem segurança presente quando do fato ocorrido, nem possui sistema de câmera de segurança, o que inclusive prejudicou o inquérito policial. 3.É insustentável a pretensão de exclusão do nexo de causalidade por fato exclusivo de terceiro, pois se trata de fortuito interno, relacionado à atividade do fornecedor de serviços. Ademais, a jurisprudência tem reconhecido amplamente a responsabilidade objetiva dos bancos pelos assaltos ocorridos no interior de suas agências, em razão do risco inerente à atividade bancária. Aplicação da Súmula 479 do STJ. Precedentes do STJ. 4.Verificando provado o dano estético sofrido pelo autor, de acordo com laudo pericial do IML acostado, consubstanciando-se em "formação de cicatrizes hipertróficas no tórax e região palmar esquerda" bem como "ferimento cirúrgico em face lateral direita torácica" é devido indenização pelos danos estéticos. 5.No que tange ao dano moral, conforme já decidiu o STJ, demonstrada a ocorrência de ofensa injusta à dignidade da pessoa humana, encontra-se presente o dano moral. No caso, apenas o simples fato de ter sido assaltado em uma agência bancária já caracteriza o dano extrapatrimonial, ainda mais quando se há lesão por falha na prestação do serviço que sequer tinha o mínimo de segurança que se espera como câmeras ou vigilantes. 6.No que se refere ao quantum indenizatório, pelo ressarcimento a título de danos morais, compete ao Julgador valer-se da extensão do dano sem, entretanto causar enriquecimento ilícito ao ofendido e nem fixar num valor irrisório sem atingir o patrimônio do ofensor. Desta feita, tendo em vista o princípio da razoabilidade e proporcionalidade, mantenho a indenização por danos morais em R$ 20.000,00 (vinte mil reais). 7.Negado provimento aos apelos. Decisão unânime.
(TJ-PE - APL: 3113697 PE , Relator: Stênio José de Sousa Neiva Coêlho, Data de Julgamento: 21/08/2013, 5ª Câmara Cível, Data de Publicação: 30/08/2013)