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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Preço da gasolina está mais alto do que antes da greve dos caminhoneiros

RIO — O preço da gasolina disparou durante a greve dos caminhoneiros, mas o fim da paralisação não trouxe alívio para o bolso do consumidor. O preço médio do combustível ficou estável no país na última semana. É o que revela um levantamento do Núcleo de Dados do GLOBO com base em preços coletados em mais de 5 mil postos pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). De 03 a 09 de junho, a redução nas bombas foi de apenas 0,2%, de R$ 4,614 para R$ 4,603 por litro, frente à semana anterior, de 27 de maio a 2 de junho. Vale registrar, no entanto, que o número de postos pesquisados pela ANP diminuiu durante a greve. Se comparada à última medição feita antes do início das paralisações dos caminhoneiros — na semana de 13 a 19 de maio —, o preço médio da gasolina no país subiu 7%. No mesmo período, no entanto, a gasolina vendida pelas refinarias às distribuidoras caiu, em média, 1,5%, de acordo com os valores disponibilizados pela Petrobras. A maior alta entre as semanas anterior e posterior à greve foi registrada em Goiás e no Distrito Federal, de 11%. Roraima foi o único estado em que houve redução, de apenas 1%. Principal reivindicação dos grevistas, o preço médio do diesel no país, por sua vez, teve queda, de acordo com o levantamento da ANP. A redução foi de R$ 0,34 em relação à semana passada e de R$ 0,10 à anterior à greve. Em acordo com os caminhoneiros, o governo federal determinou na semana passada que o desconto de R$ 0,46 no preço do diesel nas refinarias seja repassado imediatamente aos consumidores. Informações do portal O Globo, LEIA MAIS.

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