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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Apreensão de vereador repercutiu em Rosário do Ivai

Confusão após notificação de trânsito ao presidente da câmara de Rosário do Ivaí, terminou na delegacia de Grandes Rios
O Presidente da Câmara de Vereadores de Rosário do Ivaí, foi encaminhado pra delegacia de Grandes Rios na tarde desta terça-feira (30), acusado de tráfico de influência no centro da cidade, precisamente na Avenida São Paulo. segundo informações, a polícia estava em patrulhamento pela Avenida São Paulo, 503, quando avistou um veículo motocicleta, Bros, cor vermelha, placa AOO-2690, que já se tinha denuncia de populares que estaria transitando de maneira irregular conforme as normas do código de transito brasileiro (CTB), fato constatado visualmente pela equipe pois a placa se encontrava deteriorada faltando pedaço e ainda sem o lacre de segurança, momento em que a equipe deu voz de abordagem ao condutor, o vereador Osmiranou Lustroso Siqueira (PT), qual parou e já na abordagem inicial a pessoa do condutor, passou a questionar o porquê da abordagem, sendo então explicado que se tratava de abordagem por conta da irregularidade constatada visualmente na placa do veículo, sendo então dito para o policial, se ele teria coragem de fazer as multas para ele, pois informou que teria denunciado o policial e que ele não seria multado, ainda dizendo que se o policiais, em especial um dos soldado por ser agente de transito fizesse a autuação ele iria se arrepender, pois ele teria influência política para fazer o que quisesse com o policial bem como com a equipe, que iria fazer umas ligações e a equipe iria se arrepender, então a equipe informou ao condutor que agiria conforme as leis e não à sua vontade, que faria sim o recolhimento do veículo e as multas descritas no CTB, que não iria se coagir ou amedrontar diante das ameaças e coação feita por político. Sendo então dito ao condutor para ele se conter quanto suas atitudes, pois se não o fizesse seria também preso, pois a forma que ele estava agindo não condizia com a lei, que o mesmo poderia ser preso e encaminhado por coação, ameaça e tráfico de influência, que continuado os trabalhos da equipe o condutor disse que não portava os documentos do veículo, sendo então respondido pela equipe que apenas iria encaminhar a motocicleta para o pátio do DETRAN conforme as regras legais e que posteriormente, o condutor poderia estar regularizando junto ao órgão de transito. Momento em que o mesmo passou a pegar o celular e fazer ligação, segundo ele para pessoas influentes "políticos", dizendo que não ficaria assim que os policiais iriam se arrepender do que estava fazendo por prender a motocicleta, novamente advertido a pessoa para que o mesmo se contivesse, pois a equipe não iria mais aceitar aquela forma de tratamento para com ela, pois ele estaria a todo o momento tentando intimidar a equipe a não fazer o seu serviço, estaria cometendo crimes e seria preso, momento em que o condutor pegou novamente o celular e começou a ligar e falar no celular de forma alta para que assim a equipe se intimidasse, sendo então nesse momento lhe dado voz de prisão, por coação e também por tráfico de influência, uma vez que ele repetidas vezes falou que os policias se arrependeriam e não sabiam onde iriam "parar", pois ele já estava fazendo contatos com pessoas que atenderiam seus pedidos políticos, que a equipe iria de fato se arrepender e até mesmo seriam transferidos para locais indesejados, ato continuo passou a se alterar dizendo se a equipe iria prendê-lo, sendo lhe respondido que estava preso já. Então este começou a dizer que era pra ser algemado, sendo explicado a ele que havia diferença em ser preso e algemado, que só seria algemado caso a equipe entendesse necessário por questão de segurança do próprio preso ou da equipe, nesse momento chegou uma pessoa do sexo masculino, em um veículo trazendo o documento da motocicleta, outro em outro veículo, e posteriormente chegou mais um veículo, por questão de segurança a equipe acionou Copom pedindo apoio para evitar que a situação fugisse do controle, sendo então que a filha deste e sua advogada, chegou ao local e indagou do que estaria acontecendo, momento em que o preso passou a se valer da presença dela pra novamente insultar a equipe policial, pegando o celular e filmando tentando induzir a equipe ao erro e a impaciência para que a mesma perdesse o controle, e começou a entrar na viatura abrindo as portas da mesma e entrando e saindo, abrindo também o camburão da mesma e entrando, dizendo "eu não estou preso, então prende fecha eu aqui", sendo pedido pela equipe novamente para que ele de fato parasse os insultos e as provocações e ficasse na posição delimitada de segurança para equipe, pois se não teria que ser feito realmente o uso de algema, conforme a sumula vinculante de número 11, cuja a qual ampara a equipe a assim proceder, sendo então orientado pela própria filha e advogada para que parasse, e se acalmasse, ainda dito que ele ainda seria autuado por desobediência, sendo que ele falou que só o tenente que o levaria, que não entraria na viatura pois não confiava na equipe, sendo de pronto acionado a viatura do oficial, afim de evitar qualquer mal-entendido ou falsa denúncia, o que foi informado a ele que não teríamos nenhum problema em esperar a viatura do oficial chegar para dar destino a situação, continuando os insultos ele passou a filmar a ocorrência com seu próprio celular e alterado com celular, momento em que sua filha ainda pedia para que ele se acalmasse, para não piorar as coisas. O Copom então mandou deslocar para a delegacia da Comarca Grandes Rios, para que fossem tomadas as providencias legais, contudo o mesmo dessa feita falou que só iria com o advogado da câmara de vereadores, sendo lhe oportunizado que chamasse o advogado, que chegando ao local foi informado o que estaria acontecendo e qual seria o andamento da situação, aproveitando a presença do advogado, foi então informado o mesmo que seu aparelho celular seria aprendido também uma vez que ele fez vídeos, que deixa as claras a ocorrência, porem ele disse que não entregaria o aparelho, sendo então orientado pelo advogado que entregasse, perguntado pela equipe se tinha senha, disse que não, sendo então oportunizado ao advogado que se entendesse melhor, poderia acompanhar na viatura para assim ter a garantia de que não seria violado nem um direito do seu cliente, sendo respondido pelo advogado que não havia a necessidade, pois confia nas equipes policias daquele município. Foi apresentada a ocorrência junto com a motocicleta em Grandes Rios para providências cabíveis. Segundo assessores, o vereador negou as acusações e deve se pronunciar em breve. RESPOSTA - O Vereador Osmiranou Lustroso, entrou em contato com a reportagem de um blog da região negando que tenha promovido crimes como ameaça e tráfico de influência. Ele alegou que vem sofrendo uma perseguição por um motivo que ainda desconhece. Disse também que, em outubro, de 2017, recebeu várias multas em dois dias, fato que denunciou na corregedoria e que acredita que a abordagem deste dia 30 de janeiro, de 2018, seja uma retaliação. "Depois que recebi as multas, procurei meus direitos porque achei estranho. No dia 30 de Janeiro, de 2018, o comando da PM esteve em Rosário do Ivaí para colher meu depoimento, só neste momento fiquei sabendo quem eram os militares que haviam aplicado as multas, que ao meu ver, foi um excesso. Eu deixei o Destacamento e pouco depois, bem próximo da minha casa, estava lá o mesmo Policial, o qual fez a abordagem novamente e chegou a afirmar que aquilo era uma resposta por eu ter denunciado", disse Osmiranou. "A minha moto, uso para trabalho, não tinha documentação atrasada, e como ando muito no interior, apenas caiu um pedaço da placa. Ele também alegou que o pneu estava ruim, mas nada justifica tudo o que aconteceu" , finalizou o vereador. O político afirmou que está tomando todas as medidas para esclarecer o fato e provar sua inocência.

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