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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

PM localiza 550 pés de maconha cultivados em "clínica de recuperação"; droga tinha até logo

O local teoricamente era um centro para tratamento e reabilitação psicossocial, mas ninguém sabia que ao invés de tratar os internos da dependência química, maconha de alto poder tóxico estava sendo cultivada no local, com uso de estufas e outros equipamento sofisticados. O entorpecente tinha até logomarca e selo de qualidade. A situação foi detectada em um suposto Centro de Reabilitação localizado por acaso na Rua Sebastião Antônio Souza Callero, em Londrina, no final da tarde de domingo (7). Os Bombeiros foram ao local para atender uma ocorrência de incêndio, mas acabaram encontrando uma verdadeira estrutura para o plantio da droga e, por isso, a Polícia Militar foi chamada. Segundo a PM, a maconha era cultivada em estufas, com ar condicionado, ventiladores e iluminação. “Era uma equipe especializada porque tinha equipamento para medir a umidade, a temperatura, a química da água da terra... Equipamentos sofisticados”, detalhou o tenente Emerson Castro, da PM. O oficial acrescentou que pelo menos quatro cômodos da casa eram destinados para o cultivo da cannabis sativa, a planta da maconha. “Em uma sala era feita o cultivo das mudas, depois tinha uma estufa onde era feito o desenvolvimento das mudas. Depois, propriamente, o amadurecimento da maconha e por último outra estufa para colher a maconha e secar na temperatura ideal para eles poderem fazer a venda”, explicou o tenente. Castro disse que, inicialmente, esta venda era feita via correio. Logomarca e selo de qualidade - Em meio ao material apreendido, disse o tenente, estão dinheiro uruguaio e extratos bancários com movimentação financeira de alto valor. “Eles uma marca desta maconha. Tem até uma logomarca, um selo de qualidade”. As informações são da Tribuna do Norte, LEIA MAIS.

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