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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Nas redes sociais os eleitores de "Bolsonaro" são os mais ativos

Os brasileiros que declaram voto em Jair Bolsonaro (PSC) para presidente são, proporcionalmente, o que mais compartilham notícias sobre política eleições no Facebook e no WhatsApp, segundo pesquisa realizada no fim de novembro pelo Datafolha.Entre os eleitores do deputado federal com acesso à internet, 87% têm conta no Facebook, e 40% deles dizem compartilhar noticiário político-eleitoral na plataforma; 93% têm conta no WhatsApp, e 43% declaram disseminar o conteúdo.Segundo analistas como o historiador britânico Niall Ferguson, a exemplo do que aconteceu na eleição de Donald Trump nos EUA, também no Brasil o candidato que compreender melhor como usar mídia social terá mais chance de vencer.Entre os eleitores do ex-presidente Lula (PT), que lidera na intenção de voto,74% têm conta no Facebook, e 31% compartilham noticiário político-eleitoral;79% têm conta no WhatsApp, e 30% disseminam o conteúdo.Os de Marina Silva (Rede) têm números próximos aos de Bolsonaro quanto ao alcance (86% no Facebook, 91% no WhatsApp), mas inferiores quanto ao engajamento (28% e 27%, respectivamente).A pesquisa sobre os meios de informação política foi realizada nos dias 29 e 30 de novembro, com 2.765 entrevistas presenciais em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais. WHATSAPP De acordo com o Datafolha, 70% dos brasileiros maiores de 16 anos têm conta em redes sociais. E entre eles 84% estão no WhatsApp, em proporção maior que aqueles que têm conta no Facebook, que alcançam 77%. A elevada adoção do WhatsApp no Brasil torna o serviço de mensagens –que foi comprado pelo próprio Facebook, mas é, do ponto de vista do usuário, desvinculado de sua plataforma– uma das principais arenas para a campanha eleitoral de 2018.A expectativa é que o WhatsApp seja um foco de notícias falsas. E conter "fake news" em aplicativos de mensagens é ainda mais difícil do que fazê-lo em redes sociais e serviços de busca, mais identificados com o fenômeno nos últimos dois anos."No Brasil, ele transcendeu o papel das mensagens para se tornar uma rede de microcomunidades em torno de temas de interesse", diz Ferrari. "Será uma importante ferramenta para a mobilização de eleitores ativistas." (UOL).

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