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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Operação Balsa - Lacre Balsas "Augusta Delfino" e "Corumbataí"

O Repórter do Vale recebeu uma nota de divulgação da Marinha do Brasil sobre a fiscalização das embarcações de transporte de carga e passageiros na região Centro-Norte do Estado do Paraná. Leia a nota na íntegra: "A Capitania Fluvial do Rio Paraná (CFRP), ao realizar ações de fiscalização do tráfego aquaviário com fulcro na Lei nº 9.537/1997, lacrou, no dia 07 de novembro de 2017, as balsas de travessia “Augusta Delfino”, no rio Ivaí, município de Ariranha do Ivaí, e “Corumbataí”, no rio Corumbataí, município de Godoy Moreira. As embarcações estão impedidas de operar por questões de segurança da navegação, e os respectivos rebocadores, “Maria Lourdes de Ribeiro” e “Corumbataí I”, também foram lacrados devido a irregularidades. A balsa “Augusta Delfino” fazia a travessia da rodovia estadual PR-462 entre os municípios de Godoy Moreira e Barbosa Ferraz, a mais de 430 km da sede da CFRP, em Foz do Iguaçu. Uma equipe de Inspeção Naval da Marinha do Brasil verificou que a embarcação operava com alagamento no porão, sem barras de proteção lateral para os passageiros, extintor de incêndio vencido, sem a Bandeira Nacional e discrepâncias nas luzes de navegação e na documentação de inscrição.  O rebocador “Maria Lourdes de Ribeiro” estava com a mangueira de combustível furada, fiação elétrica exposta, apresentava reservatório de combustível inadequado e falta de colete salva-vidas para o condutor da embarcação. Todos os itens apontados colocam em risco a vida das pessoas que fazem a travessia do rio Ivaí. A balsa “Corumbataí” fazia a travessia da rodovia estadual PR-535 entre os municípios de Ariranha do Ivaí e Cândido de Abreu, a aproximadamente 450 km da sede da CFRP. A Inspeção Naval verificou sinais de utilização recente da balsa em condições inadequadas, como o porão alagado, sem cabo de aço para manobrar a rampa de acesso e com o extintor de incêndio vencido. O rebocador “Corumbataí I” apresentava o eixo do motor exposto, com risco iminente de acidentes. O extintor de incêndio também encontrava-se vencido, e a embarcação utilizava boia não homologada. O condutor não encontrava-se na embarcação no momento da fiscalização. Para voltarem a operar, os proprietários das embarcações lacradas devem sanar as irregularidades constatadas junto à CFRP. A Inspeção Naval da Marinha do Brasil tem como principais propósitos zelar pela segurança da navegação, salvaguardar a vida humana, e evitar a poluição das águas jurisdicionais brasileiras. A CRP incentiva que os usuários das embarcações de transporte de passageiros e carga apoiem a fiscalização como um ato de cidadania, a fim de contribuir, em caráter permanente, para a segurança da navegação. Neste sentido, as suspeitas de irregularidades devem ser comunicadas à Capitania Fluvial do Rio Paraná pelo telefone (45) 3523-2332 ou pelo e-mail cfrp.secom.@marinha.mil.br." Diz a nota.

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