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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Gestante que fez ensaio com 20 mil abelhas na barriga perde o bebê

A morte do bebê foi constatada poucos dias depois do ensaio
A gestante norte-americana Emily Mueller, de 33 anos, ganhou notoriedade na internet ao compartilhar um ensaio fotográfico que fez com mais de 20 mil abelhas, a maioria colocadas sobre a barriga. Criadora de abelhas, ela garantiu ter se sentido à vontade durante a sessão de cliques. Emily estava ansiosa pelo nascimento do quarto filho. Mas a criança acabou morrendo antes de vir ao mundo. Morreu, segundo os médicos, dentro do útero da apicultora. Ela divulgou a notícia trágica no Facebook, e postou, junto com o marido, fotos do bebê morto, usando roupinhas compradas para os primeiros meses. E explicou por que perdeu a criança — mas não deu uma causa exata sobre o óbito. Apenas especulou o que pode ter acontecido. Casada com Ryan, de 37 anos, a moradora de Akron, no estado de Ohio, Estados Unidos, redigiu um texto mostrando a dor de perder o filho. Emily postou em sua conta no Facebook: "Amigos e pessoas que nem conheço aguardavam a chegada de nosso quarto filho. Lamento dizer que Emersyn Jacob nasceu sem vida. O sofrimento é imenso, até porque nos disseram, há algumas semanas, que a criança estava saudável".Estamos devastados por essa perda", afirmou. Emily relatou ter ficado apreensiva no dia 9 de novembro, quando parou de ouvir o bebê se mexendo: "Ele se movia muito na barriga. Não percebi mais nenhum chute, nenhum sinal de que ele estava para nascer".
Mãe de outras três crianças — Cadyn, de 10 anos, Madelynn, de 3, e Westyn, de 1 —, ela revelou que sentiu contrações no mesmo dia: "Eram bem mais leves do que no fim de outras gestações. "Pensei comigo. Ele deve estar dormindo. Mas sabia que não. Notei que havia algo de errado com ele. Fingi pra mim mesma que não era nada. Me senti desconfortável com isso". Emily foi com o marido para o hospital no dia 10. Queriam verificar os batimentos cardíacos do bebê. Foi quando o casal recebeu a notícia de que o bebê estava morto havia alguns dias: "Nosso bebê não voltará para casa conosco", escreveu no Facebook. "Fui às lágrimas quando as enfermeiras fizeram o ultrassom e perceberam que não havia batimentos cardíacos do nosso bebê. O médico, em seguida, confirmou o que eu mais temia." No dia 13, ela postou o texto dizendo que o bebê tinha morrido. "Nossa dor é insuportável. Não consigo explicar essa sensação pra ninguém. Mas por que, afinal, a criança morreu ainda na barriga da mãe? Os médicos ainda não sabem. Um exame na placenta será feito. Emily, no entanto, poderá ficar sem respostas, pois existe a possibilidade de especialistas não conseguirem apurar a causa da morte. Ela acredita que seu filho morreu por "um problema de coagulação de sangue, o que já aconteceu com outras pessoas na minha família". "Muitas mulheres na minha família já sofreram abortos espontâneos em razão dessa anomalia genética." Emily foi questionada por internautas, dias após dar a notícia sobre a morte do bebê: "Tem a ver com o fato de você ter feito o ensaio com as abelhas?" Ela garante que não, apesar de admitir que, durante a sessão de fotos, levou três picadas dos insetos: "Mas nenhuma em cima da barriga", detalhou. "As abelhas são parte fundamental da minha vida. Por isso, decidi fazer um ensaio com elas enquanto meu bebê estava na barriga. Queria incorporá-las à maternidade." A pedido dos pais, os médicos permitiram que eles ficassem um pouco com o corpo do bebê, antes de ser velado. Chegaram a registrar uma foto com os pés marcados do bebê num pedaço de pano. Vestiram a criança com as roupas que usaria: "Nossa abelhinha não vai ficar conosco". Ela e o marido têm uma empresa que fornece mel e cuida de abelhas, além de remover colmeias e abelhas para fazendeiros — a companhia chama-se Mueller Honey Bee Removal. Possuem, na fazenda onde moram, 24 colmeias e 1,2 milhão de abelhas. "Pensaram que eu fosse louca" "Muitas pessoas pensaram que eu fosse louca ao posar grávida com as abelhas. Mas me sinto confortável com elas", diz ela. O ensaio, feito em setembro último, viralizou. "No dia do ensaio, usei um vestido longo, cobrindo barriga e as pernas. Foi uma medida de cautela. Mas, fora as três picadas, nada me aconteceu naquele dia", garantiu. "Estava bem segura. Me cerifiquei de que eram abelhas não tão propensas a picar. São insetos já saciados. Só queria aumentar a conscientização sobre como as abelhas são dóceis", explicou. "Isso pode ser perigoso e parecer loucura para alguns. Mas não para uma apicultora profissional como eu", acrescentou. Significado especial "As abelhas têm um significado especial na minha vida", lembra. "Acredito que elas não fizeram nada a mim nem a meu filho", disse a norte-americana, ao lado de outro de seus rebentos. No dia do ensaio, só o fotógrafo, Kendrah Damis, não tinha experiência com abelhas. Ele falou ao Akron Beacon Journal, na época: "Não sabia nada sobre elas. Nunca tinha feito fotos de abelhas, ainda mais nessa condição. Mas Emily, uma profissional do ramo, me deixou seguro para me aproximar dela no meio de 20 mil abelhas". Com informações do The Mir

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