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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Som alto do sino de igreja gera reclamações em Cambira

Uma matéria da jornalista Vanuza Borges publicada no site tnonline, do Jornal Tribuna do Norte de Apucarana está dando o que falar em Cambira. O volume do sino da Igreja Matriz de Cambira, que é reproduzido por alto-falantes, virou alvo de reclamações entre moradores. O problema já foi parar na Justiça há 8 anos, porém a autora da ação garante que daquela época para cá pouca coisa mudou. “Na época, que morava bem em frente à igreja e entrei na Justiça para que diminuíssem o volume. Incomodava muito. Eu não conseguia conversar com alguém dentro de casa”, recorda a massoterapeuta Rosemara Aparecida Monteiro, de 41 anos. Atualmente, ela mora em outra casa a três quadras Paróquia São José, mas avalia que a situação não mudou muito. “Eu me recordo que vieram verificar os decibéis e baixaram o volume por um tempo, mas depois voltaram. O meu questionamento nunca foi o sino ou as músicas, que são tocadas, mas apenas o volume”, sublinha. Rose, como é mais conhecida, trabalhava em casa como massagista. Os sinos continuam a badalar, mas o filho de Rose, Luís Felipe Fonseca, de 21 anos, que mora na mesa casa que a mãe anteriormente, garante que o som tanto do sino quanto das músicas incomoda. “Todo domingo de manhã, eu acordo com o som do sino ou com as músicas. É muito alto. De tanto ouvir, já sei as músicas de cor e salteado”, brinca. Os sinos geralmente são tocados antes das missas do final de semana e na terça-feira, antes do grupo de oração ou quando tem outros eventos religiosos. Luís Felipe não descarta entrar com uma nova ação Justiça. “Vou verificar a possibilidade de entrar com alguma medida para reduzir as vezes que tocam e o volume. Eu quase não consigo atender o celular dentro de casa. Não é uma questão de religião, é de respeito”, argumenta. Por outro lado, a família Rossi La Verde, que também mora em frente, o som dos sinos não incomoda. “Eu moro aqui há 25 anos e já me acostumei. Não incomoda. Eu acho que, inclusive, já foi mais alto”, diz. Opinião semelhante tem a dona Generosa de Oliveira Alves, de 65 anos, apesar de evangélica, garante que o sino não incomoda e a tradição tem que ser mantida. “Tem que tocar bem alto para chamar as pessoas para a igreja. Não importa se é católico ou evangélico tem que seguir a sua fé”, diz a aposentada, que mora há cinco quadras da igreja e ouve o sino badalar. LEIA MAIS.

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