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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Polícia elucida tentativa de assassinato tramada por preso pelo whatsapp

Delegado Gustavo Dante apresenta Isael Ianischi, suspeito de ser o mandante do crime
Tribuna do Norte (Ivan Maldonado) - A Polícia Civil concluiu e encaminha hoje (9) ao Judiciário o inquérito policial de uma tentativa de assassinato ocorrida no dia 29, no centro de Ivaiporã (norte do Paraná), em que a adolescente Caroline Leal dos Santos, 14 anos, acabou sendo alvejada por engano por quatro disparos de arma de fogo. Segundo a polícia, pelo menos, quatro pessoas estão envolvidas: o mandante do crime que deu errado, Isael Ianischi, 29 anos, se encontrava recolhido na Cadeia de Ivaiporã no dia da tentativa do homicídio. O suspeito teria encomendado pelo WhatsApp a morte da amásia dele por R$ 3 mil. De acordo com o delegado Gustavo Dante, da 54ª Delegacia Regional de Polícia de Ivaiporã (54ª DRP), o alvo seria a amásia Brunielli da Silva Delfino, 20 anos. “Através de um aparelho de celular, o Ianischi agenciou toda essa empreitada criminosa”. Ainda segundo o delegado, usando o celular o suspeito entrou em contado Jean Carlos Oleszinki, 24 anos, morador de Campo Mourão, que já tinha passagem na cadeia de Ivaiporã, por assalto. “Acreditamos que quando o Jean se encontrava preso desenvolveu uma amizade com o Isael. A partir do momento que recebeu o alvará, ele agenciou as duas outras pessoas, o motorista e o executor”. Dante relata ainda que a justiça expediu o mandato de prisão de Oleszinki, que se encontra foragido. Também foram incluídos no inquérito policial, o autor dos disparos, Pedro Guilherme Castilho, 21 anos, o motorista do carro, Vilmar Cesar Cavalheiro, 42 anos, que acompanhava o atirador no dia do crime, e foram detidos pela Polícia Militar. O motorista poderá responder em liberdade, já que na semana passada foi liberado pela justiça. Ambos são moradores da cidade de Campo Mourão. Embora, os envolvidos neguem, o delegado Dante diz que tem provas robustas contra todos os suspeitos. “Diante das evidências e das provas que foram produzidas não temos dúvidas da participação deles. Inclusive, tem uma com conversa no WhatsApp, do Ianischi com Pedro e o Vilmar versando sobre o crime”, revela. LEIA MAIS

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