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sábado, 28 de outubro de 2017

Indicadores confirmam que retomada ganha fôlego no Paraná

Estado está deixando a crise mais rápido que o Brasil. Banco Central mostra que Estado cresceu 2,4% de janeiro a agosto – contra 0,3% do Brasil. IBGE aponta crescimento na indústria, comércio e serviços e pesquisa mostra evolução na abertura de emprego. A recuperação da economia do Paraná ganhou velocidade nos últimos meses. Indicadores do IBGE, Banco Central, Ministério do Trabalho e outros dados setoriais mostram que o Estado não apenas está em trajetória de retomada, mas que está deixando a crise para trás mais rapidamente do que o restante do Brasil, com bons resultados no agronegócio, na indústria, no comércio, serviços, nas exportações e na geração de emprego. De acordo com o Índice de Atividade Econômica (IBC-BR) do Banco Central, a economia do Paraná cresceu 2,4% de janeiro a agosto de 2017. O indicador é considerado uma prévia do comportamento do Produto Interno Bruto (PIB). No mesmo período, o Brasil registrou avanço bem mais tímido, de 0,31%. “Nossa convicção sempre foi de que o Paraná venceria a crise num período mais curto de tempo. Fizemos o dever de casa”, diz o governador Beto Richa. Depois de uma retração de 2,6% em 2016, a estimativa para a economia paranaense era de crescimento de 1,5% em 2017. “Com esse desempenho, devemos em breve revisar para próximo de 2% nossa estimativa de crescimento para o PIB do Estado em 2017”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), ligado à Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral. Se confirmado, será um crescimento bem maior do que o do Brasil, que deve registrar alta de 0,5% no PIB. “A recuperação, principalmente da demanda interna, vem surpreendendo positivamente, o que tem feito com que o Paraná tenha resultados bem melhores do que a média brasileira”, explica Suzuki. LEIA MAIS.

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