PARA CONTATOS ADICIONE O EMAIL: studiowj@hotmail.com OU (43) 9 9977-1422

domingo, 10 de setembro de 2017

Empresários brasileiros presos por lavagem de dinheiro

Justiça Federal bloqueia 32 milhões de reais de casal acusado de fazer operações financeiras do tráfico internacional de cocaína
Conforme o portal da revista VEJA, eles levavam uma vida de luxo, com investimentos milionários em contas bancárias, apartamentos sofisticados na Barra da Tijuca e passeios turísticos. Donos de duas empresas de transferência interbancária de moedas na Suíça, Anelise Monteiro da Silva e seu marido Sebastião Monteiro da Silva criaram as duas filhas na Europa. Mas de repente, a vida do casal virou de cabeça para baixo. Anelise e Sebastião estão presos na Suíça desde o dia 29 de maio, acusados de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico internacional de cocaína. As duas empresas de money transfer do casal, Sebi Express e Saturno GmbH, teriam operado grandes quantias de dinheiro em espécie, provenientes da venda de droga na Europa. O dinheiro da cocaína, segundo a investigação, era transferido da Suíça para outros países, incluindo o Brasil, através de três bancos. A Sebi Express opera na Suíça desde 1996 e tem lojas de atendimento nas cidades de Genebra, Zurique, Basileia e Lausanne. A prisão do casal se deu na Operação Burnout, que significa cauterizar, queimar alguma coisa até desparecer. As polícias do Brasil, Suíça e Alemanha apreenderam documentos em vários endereços, incluindo Brasília, já que uma empresa sediada no centro da capital do país, a três quilômetros do Congresso Nacional, é investigada por lavar dinheiro do esquema. No Brasil, a operação contou com o apoio da Secretaria de Cooperação Internacional da Procuradoria-Geral da República, da Procuradoria da República no DF e Polícia Federal. Desde o início das investigações na Europa, em 2009, quando a polícia da Alemanha apreendeu 1,3 tonelada de cocaína, as transferências bancárias do grupo foram rastreadas em quatro investidas policias: as operações internacionais Burnout, Crazy Hill, Vento e Trabandan. A Sebi Express teria lavado diretamente dinheiro derivado da venda de meia tonelada de cocaína, segundo os relatórios da polícia suíça. Nas quatro operações policiais, foram identificadas transações bancárias que ultrapassam 32 milhões de reais, dinheiro oriundo do comércio de droga. Além das lojas em quatro cidades da Suíça, a Sebi Express opera com sete “subagentes”, empresas que teriam redistribuído o dinheiro. A investigação mostra que o casal teria recorrido a faturas falsificadas e prestação de serviços fictícios para operar com dinheiro do narcotráfico. LEIA MAIS

Nenhum comentário: