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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Assassinato da pequena Fabiana, gerou revolta em Umuarama

Polícia prendeu o homem suspeito de matar a menina de 6 anos, e moradores tentam invadir delegacia
Moradores tentaram invadir a delegacia
Conforme o portal O Bem Dito, foi confirmada pela polícia a morte de Tabata Fabiana Crespilho Rosa, de 6 anos. A menina estava desaparecida desde a tarde de terça-feira, por volta das 13. Suspeito, Eduardo Leonildo da Silva, 30 anos, foi detido no final da tarde de quarta. Ele reside no Parque Danieli e seria conhecido da família. Os policiais chegaram até suspeito após um vídeo de câmera de monitoramente mostrar que Tabata teria entrado em um veículo Gol, branco, modelo antigo. Informações preliminares são de que ele indicou aos policiais a localização do corpo da criança, na região do bairro Sonho Meu – o local exato ainda não foi divulgado para evitar tumulto. O suspeito foi interrogado pelas equipes da Polícia Civil de Umuarama e do Sicride (Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas). Inicialmente ele negou o crime. Depois confessou e voltou a negar. Enquanto o suspeito era interrogado, a mãe de Tabata, Fernanda Crespilho e seu padrasto Willian, conversaram com a imprensa e informaram que Silva seria conhecido ‘de vista’. Disseram que ele teria sido preso e que recentemente foi solto – e que depois que ele retornou não o tinham mais visto. Justiça com as próprias mãos - Assim como aconteceu na década de 1980, a população umuaramense mais uma vez tentou invadir a delegacia para fazer justiça com as próprias mãos. Manifestantes se deslocaram até a delegacia após saberem que o suspeito estava sendo interrogado no local. Assim que o tumulto começou a se formar, Silva foi transferido. Milhares de pessoas se aglomeraram no entorno da 7ª Subdivisão Policial. Muitos jogaram pedras e pedaços de pau e ferro, quebrando as vidraças do prédio e inclusive ferindo pessoas que estavam no interior. Pelo menos três veículos que estavam em frente a delegacia foram incendiados e outros foram virados. Houve tentativa de fuga em massa dos presos. Reforços foram solicitados para a polícia militar de várias cidades. Os primeiros a chegarem foram os policiais do 7º Batalhão, de Cruzeiro do Oeste. Ainda não há informações sobre feridos. LEIA MAIS.

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