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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Paraná já registrou mais de 770 casos de picadas por escorpiões em 2017

Menino de quatro anos picado por escorpião em Jussara, no noroeste do estado, morreu no último sábado (26). Com 57 casos, Ponta Grossa é a cidade com maior número de acidentes com o animal peçonhento neste ano.
G1 - Em todo o Paraná, já foram registrados 771 casos de picadas por escorpiões em 2017, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) levantados até 4 de agosto. No ano passado, foram 1.740 casos de acidentes no estado e duas mortes confirmadas – uma em Paranavaí e outra em Cianorte, ambas no noroeste paranaense. O menino Lucas Diego Alves, de quatro anos, morreu no último sábado (26) no Hospital Universitário de Maringá, no norte do estado, depois de ser picado por um escorpião na casa da avó, no dia anterior, em Jussara, no noroeste. As cidades com maior número de acidentes com o animal peçonhento neste ano são Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, com 57 casos; Colorado, no norte, com 50 registros; e Bandeirantes, também no norte, que já teve 38 casos. Maringá já notificou 47 casos de picada por escorpião. O eletricista Elisandro Ames, de Maringá, foi picado por um escorpião amarelo na noite de sábado (26). Ele contou que pisou no animal quando chegou ao banheiro. Veja mais sobre o caso no vídeo abaixo. A Regional de Saúde de Maringá, responsável por 30 cidades, foi a que mais registrou esse tipo de acidente neste ano: 163. A região noroeste do estado já registrou quase 150 casos em 2017, ainda de acordo com a Saúde. A Sesa informou que as secretarias municipais de saúde têm um prazo para notificar casos de acidente com escorpião e, se houver óbito, uma investigação é aberta para confirmar a causa da morte. A importância do soro - No caso do menino Lucas, a dose do soro antiescorpiônico, que age para combater o veneno do animal, não foi aplicado no momento em que ele chegou ao hospital, de acordo com a avó dele, Heloísa Helena Godinho. A Prefeitura de Jussara afirmou que vai investigar se houve “eventual irregularidade” no atendimento da criança. Uma sindicância foi aberta e tem prazo de 30 dias para ser concluída. LEIA MAIS.

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