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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Maringá é considerada a cidade mais limpa do Brasil

Maringá, município do noroeste do Paraná, foi considerada a cidade mais limpa do Brasil pela pesquisa elaborada pelo Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana) e pela PwC. O município aparece no topo do levantamento que analisa o Islu (Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana) com média geral de 0,744 e uma diferença mínima para a segunda colocada, Niterói/RJ, que obteve 0,742 em uma escala de 0 a 1. Para chegar aos resultados, foram considerados quatro aspectos: engajamento do município; sustentabilidade financeira; recuperação dos recursos coletados; e impacto ambiental. Foram avaliados 3.049 municípios e Maringá obteve pontuação máxima no quesito impacto ambiental, que leva em conta a destinação adequada dos resíduos sólidos coletados apesar da recente polêmica envolvendo a licitação para contratação de aterro sanitário. O processo licitatório foi suspenso pela justiça após a Pedreira Ingá, empresa que realiza de forma terceirizada o serviço à prefeitura e disputa o certame, questionou a habilitação de uma concorrente.
Por meio da assessoria, Selur e PwC explicaram que os dados utilizados foram coletados na base de 2015 do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (Snis). O sistema é abastecido por informações repassadas pelas próprias prefeituras e lá consta que Maringá possui aterro. Seguindo a mesma metodologia, o menor percentual obtido pela cidade veio do material reciclado, 0,82. Os responsáveis pelo estudo ressaltaram ainda que o objetivo não é criar um ranking, mas sim mapear o cumprimento das recomendações da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Outro ponto importante é que a média 0,744, obtida por Maringá, está abaixo da considerada ideal. Os pesquisadores defendem que o exemplo de limpeza urbana deveria estar acima de 0,95. Nas ruas e bairros de Maringá há um contraste de realidades. Enquanto alguns endereços confirmam o título de cidade mais limpa, outros colocam em xeque. Lembrando que uma cidade limpa depende da administração e da população. No primeiro dia de trabalho, prefeitura recolhe 553 t de lixo A Prefeitura de Maringá informou ontem que o volume de lixo recolhido no primeiro dia da coleta executada pelo município “confirmou a suspeita de precarização do serviço realizado pela empresa terceirizada nos últimos dias do contrato”, diz a prefeitura em release divulgado à imprensa. O contrato com a Constroeste, que executava a coleta na cidade, chegou ao fim em dia 31 de julho. Segundo a prefeitura, caminhões do município retiraram das ruas na última terça-feira 553 toneladas de lixo. A média de lixo recolhido diariamente é de 290 toneladas. “Confirma-se, então, que a empresa deixou de recolher 263 toneladas”, informou a prefeitura. A Procuradoria-Geral do Município pretende aplicar penalidade administrativa à empresa, além de multas e qualificá-la como inidônea, o que a impedirá de participar de futuras licitações no município. Para restabelecer a normalidade da coleta, a Semusp (Secretaria de Serviços Públicos) opera com toda a frota, incluindo caminhões reservas. A expectativa do secretário Vagner de Oliveira é normalizar o serviço até amanhã. Ontem, na região central, coletores estavam trabalhando durante a madrugada. “Estamos com 20 caminhões nas ruas e revezando equipes para restabelecer a normalidade dos serviços o mais rapidamente possível, mas não podemos alterar o cronograma para não confundir os moradores”, afirma o secretário. Pelos números da prefeitura, a retomada do serviço deverá geral economia anual de R$ 15 milhões. P . Paraná.

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