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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Produtores de Grandes Rios investem em sistema alternativo para o cultivo de morango

ASSISTAM O VÍDEO NO FINAL DA MATÉRIA
O modelo é uma iniciativa da cooperativa CRESOL e pode reduzir em até 50% o uso de defensivos
Produtores de morango, da cidade de Grandes Rios no Paraná, substituíram a produção comum, para o cultivo suspenso, conhecido também como semi hidropônico, além de frutos mais preservados, o método garante ao produtor, economia de água e redução no uso de agrotóxicos. O sistema de morangos suspensos protege melhor a planta. Nessa técnica, o produtor consegue controlar melhor a temperatura e a umidade do ambiente, evitando doenças fitossanitárias. A incidência de pragas e doenças é menor, pois a plantação está protegida e longe do solo. Com isso, utiliza-se menos defensivos na lavoura. É o que explica a produtora Nair Milan, que mantém o cultivo com sucesso em Grandes Rios. “Economiza-se muito com mão de obra, cerca de 50%. Também gastamos menos com produtos. Para o controle de doenças e pragas, utilizamos apenas produtos orgânicos e biológicos. Além disso, os morangos são mais uniformes e mais resistentes”, diz Nair. Vale ressaltar que na propriedade de Dona Nair e família a diversificação de culturas, vem sendo uma prioridade importante, pois além do morango, eles também trabalham com o cultivo do maracujá, na qual aproveitam a frutar, para comercializar em forma de polpa pra toda a região. A Engenheira Agrônoma da cooperativa Cresol, Anieli Simionato, é quem realiza o acompanhamento técnico de todos os produtores. E explica sobre o sucesso dessa nova tecnologia, tanto pelo lado econômico, quanto pela qualidade das frutas. “Esse sistema é uma boa alternativa. O morango produzido deve ser comercializado de forma diferenciada, criando um marketing de qualidade do produto e, por isso, deve ser mais valorizado", diz Anieli. Claudomiro Garcia, presidente da cooperativa CRESOL de Grandes Rios, foi quem teve a ideia dessas diversificações, e comenta sobre a parceria que a cooperativa vem realizando com todas as famílias. “A redução pode ser de até 50%. Isso é bom para o produtor, que se expõe menos a esses produtos”, afirma Claudomiro. Em outra propriedade, do Laércio do Carmo da Costa, que cuida de 05 estufas a renda de toda a família é em torno do morango, onde trabalha, Mãe, Pai e Filhos. A produtora Nilzete Marcelino da Costa, trabalha com os filhos, na embalagem de todos os morangos, que encaminham para toda a região, já o esposo Laércio, explica o sucesso de vendas e a qualidade dos morangos. Acompanhe todos os detalhes da matéria, no vídeo gravado pelo repórter Wellyngton Jhonis.
Assistam no vídeo a matéria completa e todos os detalhes com a entrevista dos produtores


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