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quarta-feira, 7 de junho de 2017

TRF-4 amplia para R$ 1,8 bi bloqueio de bens do PP e de seis filiados ao partido

O Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, em Porto Alegre, ampliou para R$ 1,8 bilhão o bloqueio de bens do Partido Progressista, e de seis filiados à legenda, no âmbito da Operação Lava Jato. O confisco se dá em ação de improbidade movida pelo Ministério Público Federal contra o partido, 10 políticos e um assessor. O anúncio foi feito pela Procuradoria da República no Paraná. O desembargador federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira reviu a decisão proferida pela 1.ª Vara Cível da Justiça Federal do Paraná, em abril deste ano, e determinou a ampliação da indisponibilidade cautelar dos bens do Partido Progressista (PP), Pedro Corrêa, Pedro Henry, João Pizzolatti, Mário Negromonte, Nelson Meurer e João Genu, nos termos do pedido feito originalmente pelo MPF, para fins de ressarcimento do dano material causado ao erário no valor de R$ 460.636.517,60, o qual, acrescido de multa civil de três vezes o referido valor, atinge a soma de R$ 1.842.546.070,40. Os procuradores ofereceram a ação de improbidade administrativa contra o partido e 11 investigados no dia 22 de março de 2017. Além do PP, o MPF também pediu a responsabilização dos deputados federais Nelson Meurer (PP-PR), Mário Negromonte Junior (PP-BA), Arthur Lira (PP-AL), Otávio Germano (PP-RS), Luiz Fernando Faria (PP-MG) e Roberto Brito (PP-BA), dos ex-deputados federais Pedro Corrêa (PP-CE), Pedro Henry (PP-MT), João Pizzolatti (PP-SC) e Mário Negromonte (PP-BA), além do ex-assessor parlamentar do deputado federal falecido José Janene, João Cláudio Genu. LEIA MAIS.

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