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terça-feira, 6 de junho de 2017

Mandaguari registra o primeiro homicídio de 2017

Sebastião Medeiros tinha 80 anos e havia saído da cadeia no dia anterior, na segunda-feira (5); ele foi ferido por golpes de faca e pedrada em frente à UBS do Jardim Boa Vista
JORNAL AGORA - Foi registrado na tarde desta terça-feira (6), às 15h30, em frente à Unidade Básica de Saúde (UBS) do Jardim Boa Vista, o primeiro homicídio de 2017 em Mandaguari. A vítima, Sebastião Medeiros, tinha 80 anos e, segundo informações da Polícia Civil, havia saído do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Maringá, um dia antes, na segunda-feira (5). Medeiros faleceu perto do local onde, em abril de 2008, ele teria matado Ivanilda de Fátima da Silva, que na época tinha 36 anos. Ela era amásia dele e foi esfaqueada próximo ao salão da associação do bairro. “Esse foi apenas um dos crimes que Sebastião teria cometido. A ficha criminal é mais extensa e conta com pelo menos três homicídios, mas o fato é que ele estava liberto devido à execução de sua pena”, comentou o investigador da Civil. De acordo com a Polícia Militar, uma moradora ligou nervosa ao pelotão dizendo que havia uma pessoa bastante machucada em frente à UBS do Jardim Boa Vista, na Rua Antônio Maximiano da Silva. Chegando ao endereço indicado, juntamente com o Corpo de Bombeiros, foi detectado que a vítima já não respirava mais e estava sem os sinais vitais. Ao lado dela, foi encontrada uma pedra grande e pesada que possivelmente foi utilizada para feri-la, uma vez que foi observado pelos bombeiros o aprofundamento de crânio, além de perfurações nas costas. Testemunhas contam que ao sair da prisão, Sebastião foi acolhido por um sobrinho que mora no bairro. “Durante o dia, os dois foram ao Fórum para o Tião se apresentar e depois vieram para a UBS onde ele tinha consulta marcada com um dentista. Ele foi dar uma saída rápida do postinho para visitar um amigo e, na saída, quatro rapazes já o amarraram e começaram a agredi-lo”, comentou uma moradora que não quis se identificar. A Polícia Civil ressaltou que a princípio nenhuma linha de investigação será descartada. “Sebastião possuía um histórico violento, alguns desafetos na cidade e até mesmo pessoas que não o queriam no bairro. Nós vamos ouvir agora as testemunhas para ver se identificamos algum suspeito”, disse o investigador. Equipe do Instituto de Criminalística de Maringá chegou à ocorrência por volta de 18h30. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), onde por meio do exame de necropsia será identificado o que causou a morte do morador. LEIA MAIS

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